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05 de Setembro de 2010


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Glossário


Aconselhamento: processo interativo, caracterizado por uma relação única entre Terapeuta* e cliente, levando este ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisão. O Aconselhamento é parte integrante do trabalho de todo verdadeiro Terapeuta, independentemente de quais outros métodos adote.
Acupuntura: técnica milenar que se utiliza de estímulos em pontos do corpo capazes de despertar recursos de harmonização psicofísica. Tradicionalmente são aplicadas agulhas para a estimulação, mas hoje em dia estão sendo substituídas por estímulos luminosos (Cromopuntura* e Laserterapia*) ou sonoros (Audiopuntura*) nos pontos. Ver, também, Auriculoterapia.

Alimentoterapia: o uso selecionado de alimentos ou da combinação correta destes como remédios para os mais diversos desequilíbrios e para a manutenção da saúde.
Antroposófica (Terapia/Medicina Antroposófica): embasada nas teorias do místico Rudolf Steiner, faz uso de Homeopatia, Fitoterapia, Massagem* e outras técnicas.

Apiterapia: uso terapêutico dos produtos da apicultura (criação de abelhas), tais como mel, própolis, etc.
Aromaterapia: uma variante da Fitoterapia, onde princípios ativos das plantas chamados óleos essenciais são usados como remédios e estímulos para despertar nossos recursos interiores, sendo isto feito por meio da inalação de seus aromas ou por aplicação por óleos de Massagem. Mais raramente, é utilizado, também, via oral.

Arquétipo: são padrões ou motivos universais que emanam do Inconsciente Coletivo (ou, como preferia Jung, Psique Objetiva), que foram incorporados por experiências reiteradas, coletivas e significativas da humanidade. Irrepresentáveis em si mesmos contatamos seus efeitos quando se manifestam na consciência como imagens e idéias arquetípicas, ou seja, os Símbolos* (melhor expressão possível para algo essencialmente desconhecido). Arquétipo e Símbolo* são opostos complementares. O primeiro representa o passado, o herdado, o coletivo, aquilo que é a Verdadeira Realidade, a qual não pode ser contatada diretamente pelo nosso racional, mas apenas indiretamente, pelos seus efeitos. O segundo, constitui a cultura, o adquirido, o individual e se manifestam na realidade relativa de nosso conhecimento e consciência. Assim sendo, os arquétipos representam a dinâmica de nosso inconsciente e os símbolos, são as referências de nossa consciência. As estruturas arquetípicas podem ser comparadas ao eixo, ao "molde-informação" de um cristal: este, ao formar-se, obedece a um padrão de forma pré-determinado por um eixo axial, o qual não possui, entretanto, existência própria, sendo, pois, pura forma. Mesmo assim, ele pré-determina a estrutura geométrica do cristal, não impedindo, porém que surjam particularidades que os diferenciem uns dos outros. Igualmente, as estruturas arquetípicas são pura forma, que dão estrutura aos símbolos. O arquétipo não é, necessariamente, um resíduo de experiências realmente acontecidas, sendo mais um desejo, que como tal, busca realizar-se e repetir-se. Por exemplo, não que alguma vez haja existido um "Ancião Sábio", que a tudo conhecia. O que sempre houve foi o desejo universal no homem de que ele existisse... O universo dos arquétipos é nosso passado vivo e nosso futuro possível, coordenadores de nossas energias, moldes comportamentais aos quais recorremos e incorporamos inconscientemente ou não, atraídos que somos pela ressonância entre nossa situação e a que eles representam.

Artes divinatórias: métodos populares de adivinhação, tais como Astrologia, Numerologia, Tarot, I Ching, Búzios, Runas e similares, podem ser utilizados terapeuticamente como auxiliar na avaliação do quadro do cliente, ou como forma de estimular-lhe a intuição e o pensamento não-linear.
Artes marciais: disciplinas como Kung-Fu, Judô, Karatê, Tae-kon-do, Tai-chi-chuan, Capoeira, dentre outras, as quais aliam princípios filosóficos a técnicas respiratórias e movimentos específicos, capazes de promover o equilíbrio psicofísico.

Arteterapia: uso de técnicas artísticas como pintura, dança, música, teatro, dentre outras, como método terapêutico capaz de promover saúde, criatividade e todo o potencial interior.
Auriculoterapia: tida como uma variante da Acupuntura* onde os estímulos são aplicados em pontos na orelha, na verdade é uma ciência mais próxima da Reflexologia. Muito popular devido ao seu alto grau de eficiência e segurança, possui variantes como a Calatonia Auricular* onde a meta é o despertar maior da autoconsciência.

Biodança: ver Arteterapia* e Corporal* (Terapia* Corporal).

Bioenergética: Terapia* neo-reichiana desenvolvida por Alexander Lowen. Ver: Corporal* (Terapia* Corporal), Massagem* e Reichiana* (Terapia* Reichiana).
Biorressonância: ver Ressonância Biofotônica.

Calatonia: técnica especial de toques manuais sutis, geralmente nos pés ou nas mãos, que visa não somente uma relaxação psico-física, como, também, o despertar de material psíquico inconsciente para ser trabalhado em Terapia.

Calatonia Auricular: técnica que associa os benefícios e recursos da Auriculoterapia* com os da Calatonia.

Chacras: centros receptor-emissores de energia segundo diversas correntes de pensamento, em especial, as de origem indiana. Os místicos observam no ser humano os chamados "corpos sutis", que seriam como que campos de energia à nossa volta, geralmente descritos como em número de sete (pelos antigos hindus) ou cinco (na China milenar), ou mesmo um só (o famoso "perispírito" das teorias clássicas Kardecistas, ou o Corpo Bioplasmático da Parapsicologia), sobrepostos e interpenetrando-se mutuamente, os quais atuam como um prisma, decompondo a luz solar nas cores do arco-íris, que seriam, assim, absorvidas, cada cor por um determinado "corpo sutil", com a finalidade de suprir nosso ser de energias, que por sua vez seriam utilizadas na manutenção de nossa saúde. A absorção é feita por meio de incontáveis centros receptor-emissores de energia distribuídos por todo o corpo, os "chacras", sendo que cada cultura valorizou diferentemente este aspecto: nas correntes hindus, mesmo sabendo serem infinitos estes centros energéticos, são destacados sete emissores/receptores, cada qual correspondendo a um determinado corpo sutil. Os chineses, por sua vez, valorizaram cinco "chacras", mas deram destaque predominante a determinados "pontos" chaves de entrada e saída de energia, que hoje chamamos de "pontos de Acupuntura”, espécies de "mini chacras" que interligam infinitos "caminhos" de energia vital que se irradiam por todo o corpo.
Chinesa (Terapia/Medicina Chinesa): somatória de técnicas originárias da China, tais como Acupuntura, Massagem, Moxabustão, Fitoterapia* e Artes Marciais, dentre as mais usadas.

Chi-kung: técnica respiratória e movimentos específicos, capazes de promover o equilíbrio psicofísico, geralmente associado à prática do Tai-chi-chuan.
Cinco Movimentos Chineses: Toda a terapêutica chinesa baseia-se nos mesmos princípios do Taoísmo e do I Ching e o conhecimento destes torna-se indispensável para que se compreendam as regras da acupuntura, da fitoterapia e de outras tantas técnicas, orientais ou não.
O Tao não pode ser definido, só podendo ser compreendido através de percepção direta, pois está além do alcance do racional. Tudo o que for escrito sobre ele não é o Tao verdadeiro, mas, mesmo assim, torna-se necessário a tentativa frustrada de explicá-lo... O termo apareceu primeiramente em Tao Te King (O Livro do Tao e Sua Virtude), de Lao Tsé: "... o Tao é Todo em tudo. Princípio e fim de toda a existência estão em nós, assim como estamos nele... olhando, não é visto: é nomeado o Invisível; escutando, não é ouvido: é nomeado o Inaudível; tocando, não é sentido: é nomeado o Impalpável... pode-se dizer que é Forma sem forma; Figura sem figura. é o Indeterminado. Indo ao seu encontro, não se vê sua face; seguindo-o, não se vêem suas costas... o Tao é eterno, não tem nome..." .
Por ser "Todo em tudo", o Tao é indivisível e seu movimento é que nos ilude de que existem objetos separados e distintos uns dos outros. Compreendendo o movimento do Tao, os sábios distinguiram duas categorias básicas a que denominaram Yin e Yang, movimentos opostos, mas que não existem um sem o outro e mais ainda: um nasce do outro e o outro do um, em eterna mutação. Originariamente, o termo Yin designava o lado escuro da montanha e Yang, o lado iluminado pelo sol; conforme este se desloca, gradativamente, o lado escuro se ilumina, e o claro, enegrece, ou seja, Yang se transforma em Yin e Yin em Yang, mostrando a relatividade destas palavras. Desse modo, nada é só Yin ou só Yang, a não ser quando comparados entre si. Por exemplo: o positivo é Yin e Yang e o negativo, também é Yin e Yang; entretanto, quando comparados entre si, podemos dizer que o positivo é Yang, e o negativo é Yin, relativamente... Observem o símbolo do Tao: cada lado vai crescendo e quando atinge o seu auge, dá nascimento ao seu oposto, o qual, igualmente cresce e ao atingir o seu auge, também dá nascimento ao seu contrário. Na Natureza, tudo obedece a este ciclo, ficando muito claro se observarmos o dia e a noite: à zero hora, inicia-se o clarear, com o sol atingindo o pico às 12h00min, começando então a anoitecer, com a escuridão máxima às 24h00min, quando então, recomeça a clarear e assim, infinitamente. Ou seja, dia e noite, que na visão ocidental são opostos, para o Taoísmo, além de não poderem existir um sem o outro, ainda um se transforma no outro. Masculino não existe sem o feminino e um se transforma no outro e vice-versa, o bem não existe sem o mal, um se transforma no outro e o outro no um... A Física chegou à mesma conclusão: energia e matéria, antes opostos irreconciliáveis e distintos entre si, hoje são vistos como não existentes isoladamente e transformando-se uma na outra. O mesmo se deu com a teoria que levou Niels Bohr a ganhar o prêmio Nobel da Física, devido aos seus conceitos de complementaridade, considerando tanto a representação como partícula, quanto como onda (dois "opostos"), duas descrições complementares da mesma realidade, sendo cada uma delas parcialmente correta e ambas necessárias para se obter uma descrição integral da realidade atômica. Tanto ele sabia da verdadeira origem de sua teoria que, ao escolher um brasão de armas para a sua família, adotou o símbolo do Yin-Yang, com a inscrição: "Os Opostos São Complementares".
Em suma, tudo pode ser resumido a movimentos do Tao: Yin e Yang. Entretanto, esta simplificação quase que absoluta da realidade precisou ser mais elaborada, para facilitar o trato com a multiplicidade aparente das coisas, surgindo, assim, variados "tipos" de Yin-Yang: um, cujo movimento é ascendente, ganhou o nome de Fogo (as chamas sempre "sobem"), outro, descendente, ao qual se chamou água (os líquidos dirigem-se normalmente para baixo), ainda outro, centrífugo (de expansão, do centro para a periferia), denominou-se Madeira (as plantas crescem, expandem-se...), já um movimento centrípeto (de contração, da periferia para o centro), é Metal ou Rocha (ambos são "densos", contraídos...) e, por último, um equilíbrio de direções, a Terra (sólida, estável, "equilibrada"); são os chamados Cinco Movimentos, em geral, traduzidos erroneamente como "cinco elementos" - se conhecessem o Tao, saberiam que ele é indivisível, não podendo, pois, ter "elementos" (partes isoladas)... Classificando-se todas as "coisas" nestes cinco símbolos, podemos inter-relacioná-las de um modo bastante dinâmico e preciso. Por exemplo: tudo o que é ascendente ou lembre "fogo", classifica-se como tal - meridianos do Coração, Intestino Delgado, Circulação e Sexo, Triplo Aquecedor (com seus respectivos horários de "pico" energético), excitação (muito "fogo"), apatia (pouco "fogo"), o vermelho (cor de fogo), o sabor amargo, o cheiro de queimado, calor, verão, a direção Sul, a nota musical Lá, o tato, etc. A mesma coisa se dá com os outros Movimentos. Várias conexões ligam-nos entre si, das quais se destacam as Leis da Geração, ou "Mãe e Filho" (da água nasce a Madeira, ou seja, a primeira é "mãe" da segunda, a Madeira alimenta o Fogo, que gera a Terra (cinzas), de onde nasce o Metal ou Rocha, da qual se extrai a água (o metal pode se liquefazer ou da rocha brotar uma fonte de água) e a Lei da Dominância ou "Dominante e Dominado" - a água domina o Fogo, pois o apaga, este derrete o Metal, que corta a Madeira (ou, ainda: na Rocha, não nascem as plantas), esta consome a Terra, a qual, por sua vez, absorve a água...
Graças a estas relações, muitas hipóteses terapêuticas podem ser traçadas. Exemplos: conforme a hora em que os sintomas se manifestam com mais intensidade, já se sabe qual Movimento está desequilibrado (se passar mal entre 05 e 07 horas - horário do meridiano do Pulmão, deve haver um desequilíbrio energético Metal); a atração ou repulsão demasiada por um sabor, cor, nota musical, estação do ano, etc., já designa uma desarmonia no respectivo Movimento (a recusa ou, ao contrário, desejo de doce, pode significar problema de Terra; adorar o azul, ou o preto, distúrbio água, e assim por diante). Como no Taoísmo, físico, psíquico e Cosmos formam uma unidade, leva-nos à suposição de quais seriam as emoções por trás de cada sintoma (se alguém tem desequilíbrios água, tais como: queda de cabelo, ciatalgia, ossatura, etc., é porque suas questões íntimas relacionadas ou com o medo, ou com a força, ou com a libido, não estão totalmente resolvidas). Aliás, quanto mais inconscientes tentamos manter uma emoção, mais ela somatiza... A Lei da Geração, por sua vez, nos mostra como a "Mãe" pode passar um desequilíbrio para o "Filho", ou vice-versa (um problema de Pulmão pode prejudicar o seu "Filho", o Rim); pela Lei da Dominância, o "Dominante" pode agredir o "Dominado" (o Pulmão pode agredir o Fígado - Metal "domina" a Madeira). Quanto, às emoções: do medo ou da força (água), nasce a raiva ou a extroversão (Madeira), que dão origem à excitação ou apatia (Fogo), que levam à reflexão, ou às dúvidas, ou à insatisfação (Terra), gerando tristeza, introversão ou alegria serena (Metal), as quais fecham o circuito da Lei da Geração, sendo "mães" das emoções água; pela Lei da Dominância, o medo ou a força (água) podem "apagar" a excitação e apatia (Fogo), as quais "derretem" a tristeza e a alegria serena (Metal), que "cortam" a extroversão e a raiva (Madeira), que consomem as vidas, a insatisfação e a reflexão (Terra), que "absorvem" as emoções água, fechando, assim, o pentagrama...
A observação do sentido, da direção dos Movimentos nos conduz à terapêutica. Exemplos: alguém com tensões musculares (insuficiência de movimento de expansão, Madeira) podem ser tratadas por estímulos Terra, cuja estabilidade e neutralidade acalmariam o seu "Dominante" (Madeira). “Assim sendo, usaríamos ou o sabor doce (ervas ou alimentos), ou a cor amarela (cromoterapia), ou o perfume adocicado (aromaterapia), ou a nota Mi (musicoterapia), ou os pontos de acupuntura ‘Terra”, etc., mas não usaríamos estímulos Metal, pois o seu sentido é de contração, o que pioraria os sintomas. Para caso de raiva (Madeira, movimento expansivo), ou outro, de tristeza (Metal, movimento de interiorização), poderiam ser trabalhados com alguns tipos de estímulos Fogo (ele consumiria a sua "Mãe" - a Madeira e "derreteria" o seu "Dominado" - o Metal, equilibrando a situação, levando-os para "cima"). Obviamente, a prática é muito mais complexa do que o pouco que foi passado neste texto, mas a observação atenta do mapa dos Cinco Movimentos pode levá-lo a ter explicações para várias situações físicas e psíquicas, comprovando a eficácia e a beleza desta que foi a primeira abordagem psicossomática de que se tem notícia...

Cinesiologia: teste pelo toque da resistência de músculos específicos perante o contato com diversos estímulos, tais como alimentos, cores, ervas, etc., para a avaliação das condições psicofisicoenergéticas e a seleção do método ideal para tratamento.

Corporal (Leitura Corporal): método de avaliação onde a interpretação do formato corpóreo ou de seus gestos, posturas e movimentos são capazes de expressar sua história de vida ou, até, mesmo, seus próprios sentimentos e pensamentos.

Corporal (Terapia Corporal): uso de técnicas de Massagem, respiração, posturas e movimentos específicos, obtendo uma reestruturação corporal e, a partir daí, a conscientização e desbloqueio de conteúdos psíquicos traumáticos, a serem trabalhados verbalmente.

Cristaloterapia: aplicações de cristais e pedras em centros energéticos específicos, buscando a harmonização global. As pedras são selecionadas, de modo geral, segundo as suas cores, às quais atribuem-se propriedades, ou, ainda, de acordo com sua composição química, na chamada Litoterapia.

Cromopuntura: variação da Cromoterapia, com a aplicação de luzes coloridas ou laser em pontos de Acupuntura, em substituição às agulhas.

Cromoterapia: uso de cores adequadas como estímulos para a harmonização, sob as mais diversas formas, dentre elas, mentalização, pintura ambiente, roupas, alimentos, cristais e pedras coloridas, águas sobre a influência da cor dos vasilhames, além das conhecidas lâmpadas coloridas, hoje em dia, substituídas por fibras óticas especiais, para "banhar" com cores o corpo todo ou a região problemática, havendo uma tendência atual a aplicar-se em regiões energéticas chaves chamadas de "Chacras” ou em pontos de Acupuntura* (Cromopuntura*).

Cura prânica: equilíbrio energético feito por meio de imposição das mãos.
Estética Integral: técnica onde além dos recursos esteticistas convencionais, o profissional faz uso de métodos naturalistas, tais como Acupuntura* (e variações), Fitoterapia, Massagem, Cromoterapia, Ressonância Biofotônica, além de Aconselhamento, despertando, assim, a beleza interior e exterior.

Fitoterapia: uso das ervas medicinais sob diversas formas, tais como chás, banhos, compressas, óleos, extratos, inalações, etc., visando não só despertar a capacidade de autocura, como, também, suprir a necessidade de certas substâncias e energias sutis que atuarão como princípios ativos para a harmonização psicofísica.

Floral (Terapia Floral): padrões de energias sutis extraídas de flores especiais, gravadas e conservadas numa mistura líquida de água e conhaque (às vezes, vinagre), sendo cada essência indicada para harmonizar um tipo de emoção específica, tais como medo, angústia, tristeza, etc. Não é nem homeopatia, nem alopatia, constituindo-se, pois, num sistema à parte.

Hidroterapia: uso de banhos e imersões com recursos que variam entre duchas, hidromassagem, temperaturas específicas, solução de ervas e sais, além da Cromoterapia, a qual colorifica a água.

Hipnose: ver Vivências.

Holística (Terapia* Holística): o cliente é abordado integralmente, ou seja, em seus aspectos físicos, psíquicos, ambientais e cósmicos e, para tanto, faz-se uso de uma somatória de Aconselhamento* e Vivências* com técnicas de intervenção corpórea, tais como Massagem, Terapia* Corporal (Corporal*), Acupuntura* e derivadas (Auriculoterapia, Cromopuntura, etc.), dentre outras. Definição oficial, outorgada pelo Conselho Federal de Terapia Holística: Terapia Holística é uma proposta predominantemente preventiva, onde o que se busca é o equilíbrio corpóreo/psíquico/social por meio de estímulos os mais naturais possíveis para que sejam despertos os próprios recursos do cliente, almejando a auto-harmonização pela ampliação da consciência. As funções do Terapeuta Holístico, que podem ser realizadas em consultórios particulares, clínicas em geral, serviços públicos, empresas e, inclusive, a domicílio, consistem em:
• I - proceder ao estudo e à análise do cliente, realizados sempre sob o paradigma holístico, a fim de promover a otimização da qualidade de vida, estabelecendo um processo interativo com seu cliente, levando-o ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisões;
• II - Avalia os desequilíbrios energéticos, suas predisposições e possíveis conseqüências;
• III - promover a catalização da tendência natural ao auto-equilíbrio, facilitando-a pela aplicação de uma somatória de terapêuticas de abordagem holística, com o objetivo de transmutar a desarmonia em autoconhecimento, podendo, inclusive, fazer uso de instrumentos e equipamentos não agressivos, além de produtos cuja comercialização seja livre;
• IV - orientar seus clientes através de aconselhamento profissional;
• V - promover a otimização da qualidade de vida e a maximização do potencial de cada cliente;
• VI - exercer o magistério nas disciplinas de formação profissional.

Holístico (Paradigma): tendência atual de abordagem em diversas áreas do saber, onde a visão de totalidade, de síntese e de interconexão entre todos os itens se sobrepõe à análise e "dissecação" das "partes". Exemplos: Terapia Holística, Empresariado Holístico (meio ambiente, qualidade de vida do empregador e do funcionário, lucro, tudo é tido como interdependente e igualmente importante), Educação Holística (as matérias são estudadas interconectadas entre si).

Holografia/Holograma: tipo de fotografia especial baseada na luz coerente (laser), inventada por Dennis Gabor (ganhador do Prêmio Nobel). A placa holográfica aparenta ser um padrão incoerente de ondas; entretanto, quando iluminada por um laser adequado, surge como que pairando sobre ela, uma imagem tridimensional do objeto holografado, na qual qualquer "pedaço" do holograma, quando iluminado, é capaz de reproduzir toda a imagem, embora com menos detalhes do que se obteria com o holograma inteiro. A holografia possibilita armazenar uma quantidade extrema de informações, com riqueza tridimensional. Metaforicamente, podemos dizer que fazemos parte de e que somos um Holograma* Universal, onde tudo está intimamente ligado entre si, nada ocorrendo ao acaso. Microcosmos que somos nossas energias formam um holograma* onde toda e qualquer informação psíquico-física se encontra acessível em qualquer parte de nosso ser. Este conceito de inter-relação entre todas as coisas vem revolucionando diversos campos do saber humano, criando o chamado paradigma Holístico.

I Ching: livro milenar da sabedoria chinesa que procura retratar 64 situações arquetípicas* da vida, suas combinações e como otimizar a passagem por elas. Muito usado como forma de Meditação, autoconhecimento e Arte Divinatória.

Insight: termo utilizado na terapia junguiana e transpessoal - "lampejos" repentinos de uma consciência maior (quer seja sob a forma de lembranças ou de imagens simbólicas a serem decifradas) que possibilita apreender na forma de síntese uma série de fatores até então não compreendidos.

Iridologia: técnica de diagnóstico e avaliação por meio da análise da íris, normalmente registrada por fotografia ou por computador. A partir daí, seleciona-se qual o melhor método terapêutico, tais como Alimentoterapia, Fitoterapia, etc., observando-se os progressos por meio de periódicas análises iridológicas.

Massagem, Massoterapia: toques aplicados pelo corpo obtendo relaxação, equilíbrio energético e, até mesmo, o aflorar de material psíquico reprimido. Existem incontáveis técnicas, sendo as mais conhecidas o Tui-Na, o Shiatsu e o Do-In. Ver, também, Calatonia* e Corporal* (Terapia* Corporal).

Meridianos (de Acupuntura*): são canais puramente eletromagnéticos, sem limitações materiais (embora, algumas vezes, coincidam com a musculatura), pelos quais se transmitem sinais eletromagnéticos, como os biofótons e também partículas materiais. No campo holográfico de ondas biofotônicas, os meridianos são uma espécie de condutores privilegiados, "trilhas" por meio das quais as informações conseguem ser veiculadas da melhor maneira possível. Nessa rede eletromagnética tridimensional estendida por todo o organismo, os chamados "pontos" de Acupuntura* são como que "nós", através dos quais, qualquer sinal é levado para todos os seus cantos. Nos meridianos (canais energéticos) e seus pontos de intervenção, a informação do todo se encontra estocada e acessível em qualquer um dos "pontos", isoladamente. Assim sendo, quando estimulado, um "ponto" reage sustentado por todos os outros, estando permanentemente interligados, possibilitando, assim, a restauração da saúde de forma global.

Moxabustão: semelhante à Acupuntura, só que os pontos são estimulados pelo calor desprendido da queima da erva chamada Artemísia, geralmente sob a forma de bastões ou de pequenos cones.

Musicoterapia: uso da música e dos sons para a harmonização, obtendo-se tanto efeitos físicos, quanto psíquicos. Os trabalhos podem ser individuais ou em grupo.

Quiropatia: manipulação da coluna via toques rápidos e precisos, obtendo-se, assim, não só a melhoria local, como dos mais variados distúrbios, em especial, os de caráter físico.

Reflexologia: diagnose e tratamento onde o corpo está em seus mínimos detalhes representada numa zona específica de uma de suas partes, como por exemplo, nos pés, nas mãos e nas orelhas, sendo o trabalho feita por meio Massagem* ou da aplicação de estímulos, tais como agulhas, imãs e cores.

Reiki: equilíbrio energético feito por meio de imposição das mãos.
Relaxamento: vários métodos são utilizados para a obtenção de uma relaxação muscular e psíquica, dentre eles a Massagem, a Musicoterapia, a Cromoterapia, a Cristaloterapia, a Acupuntura* e a sugestão verbal. Ver, também, Vivências.

Tai-chi-chuan: arte marcial chinesa que alia gestos suaves e respirações especiais à filosofia oriental e, desse modo, promover o bem-estar e a manutenção da saúde.

Terapeuta Holístico: atua como um catalizador da tendência natural ao auto-equilíbrio do cliente, facilitando-a por meio de técnicas naturalistas, podendo, inclusive, fazer uso de instrumentos e equipamentos não agressivos, além de produtos cuja comercialização seja livre, bem como orientar seus clientes através de aconselhamento profissional. O trabalho é realizado sempre sob o paradigma holístico, ou seja, o cliente é abordado sob todos os seus aspectos e, nesta área, não é comum a existência de "especialistas", pois o correto é que o Terapeuta Holístico* faça uso da somatória das mais diversas técnicas, pois cada caso é considerado único e devemos ter à disposição os mais variados métodos, para poder-se optar por aqueles com os quais o cliente tenha afinidade.

Ventosas: são estímulos benéficos em regiões chaves do corpo, realizados com a aplicação de campânulas de vidro, as quais, por vácuo, despertarão recursos dormentes e sugarão para a pele as toxinas.

Vivências: realizadas individualmente ou em grupo, utiliza tanto da Terapia* Corporal, quanto do Relaxamento* como introdução a estados profundos de autoconsciência e, desse modo, permitir o aflorar tanto de emoções reprimidas, lembranças traumáticas e sonhos (para serem trabalhados na Terapia*), quanto o despertar de uma sabedoria interior e intuitiva no cliente, capaz de orientá-lo na tomada de decisões ou, até mesmo, na resolução de questões de saúde.