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05 de Setembro de 2010


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Depoimentos

Descreva aqui todas as suas experiências espirituais, se houve um milagre, uma ocorrência que os médicos não encontraram explicação dentro da Ciência.
Avisos, Sonhos que se tornaram reais, traições de amigos e amigas que você considerava, traições de todos os tipos. Os nomes serão ficticios.

Ao publicar sua história neste local você está ciente que autoriza o uso dos relatos em publicações de livros e comentários em paletras.

Todas as mensagens serão analisadas antes da publicação.


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Mensagem:

09/05/2010 - Irineu Borelli Neto

Os Anjos O menino voltou-se para a mãe e perguntou : - Os Anjos existem mesmo? eu nunca vi nenhum. Como ela lhe afirmasse a existência deles, o pequeno disse que iria andar pelas estradas até encontrar um anjo. - É uma boa idéia, falou a mãe, Irei com você. - Mas você anda muito devagar, argumentou o garoto. Você tem um pé aleijado. A mãe insistiu que o acompanharia. Afinal, ela podia andar muito mais depressa do que ele imaginada. Lá se foram. O menino saltitando e correndo e a mãe mancando, seguindo atrás. De repende, uma carruagem apareceu na estrada. Majestosa, puxada por lindos cavalos brancos. Dentro dela, uma dama linda, envolta em veludos e sedas, com plumas brancas nos cabelos escuros. As jóias eram tão brilhantes que pareciam pequenos sóis. Ele correu ao lado da carruagem e perguntou à senhora: - Você é um anjo? Ela nem respondeu. Resmungou ao cocheiro que chicoteu os cavalos e a carruagem sumiu na poeira da estrada. Os olhos e a boca do menino ficaram cheios de poeira. Ele esfregou os olhos e tossiu bastante. Então, chegou a sua mãe que limpou toda a poeira com o seu avental de algodão azul. - Ela não era um anjo né mamãe? - Com certeza, nãO. Mas um dia ela poderá se tornar um. Mais adiante uma jovem belíssima, em um vestido branco, encontrou o menino. Seus olhos eram estrelas azuis e ele lhe perguntou: - Você é um anjo? Ela ergueu o pequeno em seus braços e falou feliz: - Uma pessoa me disse ontem à noite que eu era um anjo. Enquanto acariciava o menino e o beijava, ela viu seu namorado chegando. Mais do que depressa, colocou o menino no chão. Tudo foi tão rápido que ele não conseguiu se firmar bem nos pés e caiu. - Olhe como você sujou o meu vestido branco, seu monstrinho! Disse ela, enquanto corria ao encontro do seu amado. O menino ficou no chão, chorando, até que chegou sua mãe e lhe enxugou as lágrimas com seu avental de algodão azul. Aquela moça, certamente não era um anjo. O garoto abraçou o pescoço da mãe e disse estar cansado. - Você me carrega? - É claro, disse a mãe. Foi para isso que eu vim. Com o precioso fardo nos braços, a mãe foi mancando pelo caminho, cantando a música que ele mais gostava. Então o menino a abraçou com força e lhe perguntou: - Mãe, você não é um anjo? A mãe sorriu e falou mansinho: - Imagine, nenhuma anjo usaria um avental de algodão azul como o meu! ( Livro das Virtudes II, sobre anjos. )



24/03/2010 - Jane

Coincidências não existem Moro em um lugar afastado da área urbana onde os pássaros com seus gorjeios anunciam a beleza do dia que está a raiar. Então quando posso caminho aqui por perto observando a natureza e aproveito para rever algumas amigas que também moram aqui. Há uma delas que admiro muito. Honesta, trabalhadeira, daquelas mulheres valentes, dona de casa com todas as letras, cinco filhos todos lindos e com boa educação e, o marido trabalha fora ficando vários dias longe de casa. É guerreira que trabalha muito para o conforto e bem estar de seus familiares. Seu modo de ser apesar de pouca idade e até mais nova do que eu lembra muito como era a minha mãe. Muitas vezes nossos assuntos são relativos aos afazeres domésticos e preocupações que isto enseja. As vezes me aconselha nisto ou naquilo.Mas, na semana passada estranhei o seu jeito, estava quieta, com visíveis olheiras, abatida. Conversamos sobre vários assuntos mesmo porque suas crianças estavam à nossa volta. De repente ficamos a SOS. E o rumo da conversa foi outro. Observando-a como se delineasse aquele rosto cansado, disse-me ela que não estava se sentindo bem há dias e que seu marido ainda não havia retornado do trabalho e que estava em Goiás. Já havia tentado falar com ele, mas ele estava em área onde não há comunicação celular. Essa jovem mãe e dona de casa diz não sentir sede e que dificilmente toma água. Então comecei-lhe falar sobre o que a falta dela no organismo pode ocasionar. Perguntei-lhe então se estava preparada para deixar este Plano, os seus filhos e marido. E ela obviamente me disse rindo até, “não, tenho medo de morrer, cruzes!”. Então você deve começar a beber mais água, os 2 litros que a gente ouve nas recomendações médicas... Mas de repente me vi passando a seguinte orientação: Essas manchas em seu rosto estão muito escuras e a cor de seus olhos não é a mesma ...você deve fazer um chá de carqueja e tomá-lo para desintoxicar seu aparelho digestivo. Eu tenho no meu quintal, se quiser... e nos outros dias macere 3 folhas de boldo em 2 litros de água gelada e vá tomando aos goles. Você precisa de boldo para o teu problema. Boldo do Chile e não o da terra, que é o tipo comum em nossos quintais. Aí então ela me disse que estava tendo fortes cólicas de vesícula, enjôos, não estava se alimentando direito, que tudo que comia lhe fazia mal e que sofria muito com as tais pedras, e que não sabia nada que melhorasse ou colocasse as pedras.E que não quer fazer a cirurgia para a retirada da vesícula, que esta com medo. E eu mesmo sem saber o porquê insistia que tomasse o chá de boldo do Chile pelo menos para aliviá-la de suas crises. Como era noitinha, nos despedimos e no outro dia pela manhã ela apareceu em casa dizendo “vim buscar a carqueja, vou me cuidar”. Nesse meio tempo pesquisei sobre o boldo do Chile que havia insistido, pois, eu não sabia qual era exatamente, porque eu só tenho o da terra, aquele de folhas aveludadas e largas. Chamei-a em casa e então mostrei-lhe pela internet qual era e ai confirmamos qual era a dosagem para pedras na vesícula que nem eu nem ela sabíamos. Até aqui não há nada de anormal, a não ser o fato de que mesmo sem saber exatamente de seu problema eu lhe dizia para que tomasse boldo do Chile. O dia findou e a noitinha ele me chamou novamente com uns ramos na mão: “Jane, venha ver, é este o boldo que você me disse?” Observei e respondi “sim”. E então ela me contou: Em uma das paradas na viagem de volta de meu marido ele viu esta planta e achou diferente e falaram para ele que era remédio um tipo de boldo. E como gostou do cheiro, resolveu trazer uma muda para casa. Ta aqui o que você me passou ontem. Este fato relata bem o que minha Madrinha, a Vidente Neusa e Xangô nos diz sobre a Espiritualidade. Não é preciso uma pessoa incorporar guias ou entidades espirituais para praticar a caridade. As vezes somos apenas canais de Espíritos que querem atuar neste Plano. Uma vibração que seja. Há várias pessoas que jamais foram a um centro espírita e que são portadoras de luz e bondade e que espalham mensagem de atitudes do bem. São pessoas com uma elevação espiritual maior com uma missão de ajuda e paz. Neste caso, de minha amiga talvez algum protetor espiritual dela tivesse me usado como canal para lhe enviar aquelas mensagens. E tal acontecimento se encerra com o marido dela trazendo aquela erva de que falávamos sem saber que a sua esposa adoentada precisa daquela mesma erva. Pois é, para mim coincidências não existem, e minha amiga já está melhor.



11/03/2010 - Jane

Um caso de materialização Vinte de outubro de 2006, sexta-feira, 23:30 hs. Estávamos todos nós médiuns e a nossa Madrinha, a Sacerdotisa Vidente Neusa de Xangô reunidos na Tenda de Umbanda Vovó Catarina para mais uma vez combatermos o Mal. Um Senhor que há algum tempo estava em tratamento espiritual com as Entidades da Direita seria atendido pelo Mensageiro da Justiça para desmaterialização das energias malévolas que o envolviam. Para esse Ritual nos fora pedido um preparo espiritual a rigor e um determinado artefato em metal, e que tivéssemos muita fé, pois, a batalha seria intensa. De acordo com as orientações que nos foram passadas, cada filho procurou atender o solicitado para que os trabalhos da noite fossem coroados de êxito. Tudo transcorreu bem graças à autorização do Plano Maior, e o obssessor que acompanhava aquele Senhor que lhe causava desmaios e convulsões havia sido preso e acorrentado no Astral e encaminhado pelos Mentores daquela Falange Espiritual para onde seu merecimento lhe destinava. Apesar do êxito alcançado neste rito, ainda seriam necessários a presença de mais algumas vezes daquele Senhor, pois, esse obssessor demandava tratamento diferenciado devido a sua hierarquia nos planos inferiores. Tratava-se de um líder do baixo astral onde o ódio, a vingança e a destruição é a sua lei. O próximo rito deveria ser na Natureza ao ar livre, e que tivesse um determinado ponto de força para conclusão e término desse atendimento. Após o trabalho, ainda no Centro, como aos costumes relatávamos os acontecimentos e orientações das Entidades à nossa Madrinha, que como todos já devem saber é inconsciente. Comentei com ela que meu esposo ( que também é médium da Casa mas que infelizmente nessa noite não pode estar presente por se achar trabalhando fora da cidade), deveria saber de um lugar com as características apresentadas e que eles poderiam estar trocando uma idéia a esse respeito. Até aqui tudo bem. Terminado os trabalhos da noite, cada um para seus lares. Adormeci pensando no ocorrido e o quão foi diferente este trabalho e o que pudemos aprender naquele momento. Sábado à noite, gira de Umbanda na linha da Direita com benzimentos e passes. Domingo, dia de descanso e para mim, também de estudos. Pois bem, estava eu de frente ao computador para iniciar meus trabalhos da faculdade. Coloquei uma música “Here He comes” do álbum Sounds of Planet/Corciolli, que para quem não conhece é uma musica para meditação. Iniciei meus estudos. Um vento mais forte bate a janela de meu quarto fechando-a. Levanto-me para abri-la novamente, o telefone que fica ao lado em minha mesa, toca. Atendi-o sem parar de ler o que estava fazendo e para minha surpresa e pânico também, uma gargalhada daquelas que metem medo foi o que ouvi. Quando dei por mim, a voz do outro lado, rouca e estrondorosa se apresentou desafiando-me:”O Demônio vai te pegar! Há hah hah! Euuu sou o Demônio,e vou te pegar!!!” Afirmou com uma autoridade que poucas vezes havia ouvido ainda mais em tom de ira. Imediatamente olhei no identificador de chamadas do aparelho e pude constatar que o número era da casa da Sacerdotisa. Pensei com meus botões “Ah, ah que brincadeira hein!??”. Achei que se tratava de algum Egum (espírito de desencarnados que se encontram errantes no mundo astral) brincando comigo. No aparelho ficara registrado o horário da ligação 10:42 hs, que observando-se sua soma na numerologia, dá 7. Fiquei intrigada com o ocorrido e imediatamente liguei para a casa da Sacerdotisa para ver o que poderia ter acontecido, se alguém havia me ligado naquele momento de sua casa. Um de seus filhos atendeu, perguntei por ela e fui informada de que naquele momento estava descansando e conversando com seu filho caçula que lhe solicitava atenção de mãe. Mesmo assim, ela parou o que estava fazendo e veio me atender. Contei-lhe o ocorrido e então a Madrinha me orientou que se tratava de um caso de materialização daquele espírito obssessor que havíamos combatido na sexta anterior, o que também foi confirmado por entidades da Casa em trabalho futuro. Encontrado o local a contento da Entidade que o solicitara, aquele Senhor terminou seu tratamento espiritual ficando curado de suas mazelas. Este fato foi um acontecimento real. Por várias vezes naqueles dias até o término daquele atendimento ouvia o seu nome ecoando no vento como que a me espreitar. Pedi proteção ao Pai Oxalá e às Entidades da Casa porque o Mal e seus aliados tentam nos assustar para abandonarmos a Grande Causa a que nos propusemos servir: Amor, Caridade e Justiça.



09/03/2010 - Ciganinha de Portugal

* Cuidar nem sempre é respeitar * Eu sei que meus pais me amam muito, afinal sou filha deles. Eles nutrem por mim o mesmo sentimento que eu nutro por eles, amor! Eu desejo que eles estejam bem, de saúde, felizes, cuidados e me preocupo com eles, minha vida esteve e sempre estará ligada à deles. Devo muito a meus queridos pais, sem eles eu não seria nada. Respeito suas decisões passadas. Mas sou filha, sou mais nova e quero tomar minhas próprias decisões. Ai que o bicho pega. Apesar de eu ter quase 30 anos, para meus pais eu serei sempre uma criança e eles sempre querem tomar minhas dores e tomar as decisões por mim. Chegam mesmo a querer tomar satisfações com quem me prejudicou já, ou pior, a odiar quem não agiu como eu desejava. Por respeito, durante anos, eu segui muito a vontade deles, eu lhes devia isso, lhes devia respeito e lealdade. Mas depois eu cresçi e começei a querer tomar sozinha minhas próprias decisões e a querer sofrer a consequência delas, fossem boas ou más. Precisei caminhar sozinha, com minhas próprias pernas, jogar minha cabeça na parede e pisar na bola pra saber como é duro e como errar nos faz aprender. Fiz isso tarde, tinha já meus 25 anos, mas fiz. Sofrer não é bom, mas ensina. Enfim, meus pais reagiram muito mal quando eu começei a seguir minha própria opinião em vez da deles. Disseram que eu não sou mais a filha que eles criaram. Especialmente minha mãe, custa a admitir que eu sei decidir sozinha e que minha opinião nem sempre coincide com a dela. Na raiva da discussão diz que eu não oiço mais ela e que não respeito a vontade dela. Agora, após muito diálogo, ela já vai aceitando, desistiu de lutar contra isso, embora por vezes ainda tente fazer valer a sua opinião algumas vezes através da chantagem emocional. Com isto tudo eu me tornei mais inflexível para resistir a chantagens emocionais que minha mãe ainda aplica comigo muitas vezes. Mas eu começei a sentir forte necessidade de voar sozinha, de decidir eu própria as minhas coisas, de me deliciar com minhas escolhas acertadas ou de chorar com minhas escolhas desafortunadas, no fundo, senti necessidade de tomar as rédeas da minha vida e das minhas escolhas, boas ou más. Ganhei umas coisas e perdi outras, neste meu novo caminho. Meus pais, no intuito de me proteger, nem sempre respeitam minhas decisões e isso ainda me dói, embora eu os compreenda. São pais cuidando de sua filha, da melhor forma que sabem e que foram ensinados. Mas eu tenho que seguir lutando pela independência da minha opinião e decisões e apenas desejo que um dia eles me compreendam e deixem de me julgar e de me apontar erros e passem a conseguir ressaltar as minhas qualidades em vez de apontar sempre os defeitos de minhas decisões menos boas. Poxa, os filhos por vezes também tem razão no que dizem. Aquela conversa do "eu te avisei" ou do "eu te disse como fazer, tu quiz seguir com a tua cabeça dura" espero que um dia nos possamos compreender todos... todos queremos uma coisa, cuidar e ser felizes! Isto para dizer que cuidar nem sempre é respeitar. Por vezes nossos pais na sua ânsia de nos protegerem do Mundo e de tudo, nos fecham num casulo e acabam desrespeitando nossas vontades e agindo como se nossa vontade não fosse importasse, não tivéssemos cérebros ou fossemos crianças para sempre. Depois um dia nós precisamos agir sozinhos e como é? Estamos despreparados e acabamos sofrendo o dobro... melhor ir caminhando sozinha, um passo de cada vez, mas passinhos seguros :) Que vossa alma sempre voe livre! Bjs Ciganinha de Portugal



09/03/2010 - Ciganinha de Portugal

Queridas almas que aqui vem como eu, depois de ler estes depoimentos relato o que eu vivi e o que aprendi com uma de minhas experiências: quando se ama de verdade, não se prende a pessoa amada! Eu tinha meus 13/14 anos e frequentava a escola. Tinha na minha turma de escola, rapazes e raparigas da mesma idade que eu. Um dos rapazes de minha classe chamava-se Delfim. Eu gostava de conversar com ele e passavamos bastante tempo conversando e rindo, acabei me apaixonando pelo moço. Na mesma turma eu tinha uma colega chamada Andreia, moça bonita, vistosa, vaidosa e muito apreciada pelos rapazes que a achavam atraente,conheçida por ter muitos namorados, já naquela idade. Andreia nunca mostrou interesse pelo Delfim,apenas eramos todos colegas de turma. Um dia minha turma fez um passeio de 3 dias a um lugar e fomos todos. Eu e mais uns coleguinhas jogamos um jogo que aqui chamamos "verdade ou consequência" e que se resume basicamente a responder a perguntas com verdade, se não quizermos responder temos que fazer algo, cumprir uma "pena" (por exemplo, beijar um amiguinho ou fazer um favor a alguém etc, tudo coisa de brincxadeira, sem maldade).Então ANdreia me perguntou se eu gostava de Delfim, se tava apaixonada por ele.Eu não menti, confessei que sim mas não quiz explorar o assunto mais que isso.Andreia se deu por satisfeita. No dia seguinte eu soube por amigas que Andreia tinha começado a namorar Delfim, fiquei arrasada e chocada ao mesmo tempo, me senti traída por Andreia por ela não ter me dito nada. Depois de eu descobrir tudo, Andreia se fechou no banheiro chorando dizendo que não tinha culpa, que gostava dele etc...ela se recusava a sair do banheiro sem falar comigo. Eu fui lá falar com ela, ela me pediu que perdoasse ela ter ficado com ele e eu disse que se ele estava namorando ela é porque gostava dela e não de mim, então que fossem felizes os 2. Só Deus sabe o quanto me custou dizer aquilo mas se o moço não gostava de mim, que podia eu fazer? Então engoli minha surpresa e desejei felicidades a ela. Ela me pediu que prometesse que eu não deixaria de ser amiga dela e eu acedi. Confiar nela eu não poderia mais mas também não era motivo pra deixar de ser amiga dela. O namoro durou 2 semanas e eles se separaram. Delfim ficou muito magoado com ela porque diz que ela não o amava e que apenas quiz brincar com os sentimentos dele. Delfim nunca soube que eu gostava dele. Era o que eu suspeitava, ela apenas o quiz pra ela pra provar que ela tinha o rapaz que ela quizesse quando ela quizesse. No fundo, foi ela quem sofreu sempre mais, ao estar com ele sem qualquer sentimento ( e ela sabia-o bem). Isto tudo pra dizer que quem ama de verdade nunca escolhe prender quem ama, contra a vontade da própria pessoa. Quem ama liberta, mesmo que isso lhe traga dor, o amor só vive se for livre. A mim só me restava desejar a ambos as maiores felicidades, jamais o prenderia a mim com lágrimas e chantagens por mais "apaixonada" que eu estivesse. Quem ama não prende, nem chantageia para obter o que quer do ser amado. Isso não é amor, pode ser apego mas nunca verdadeiro amor. Nem sempre eu fui capaz de agir desta forma, com discernimento. Por algumas vezes eu remei contra a maré e lutei por uma pessoa que não me queria, mesmo quando essa pessoa me provou por 1+1 que não me queria... mesmo assim eu remei... até ao dia que percebi o quão errada eu estava porque... amar não é prender, é respeitar, é libertar! Um grande beijo a todos, FORÇA!!!! Ciganinha de Portugal



07/03/2010 - Vidente Neusa de Xangô - neusadexango@gmail.com

Altar Virtual

 

Lindas almas, tive uma surpresa com minha passagem neste altar virtual que me fez sentir útil e me deu alegria em poder estar na vida de uma pessoa que se encontrava na dor e aflição.

Eu sempre respondia e enviava orações e levava pedidos em meu centro para uma jovem que aqui entrava. Senti que aquela pessoa precisava de ajuda, ela sempre me pedia força, e dizia que um dia quando melhorasse a situação iria fazer uma consulta comigo, já que eu estava sempre a enviar palavras de força e luz para ela.

Passei muito tempo a responder para essa jovem, até que um dia para minha surpresa recebo um e-mail me pedindo como eram minhas consultas.

Disse a ela todos os meus métodos e ela disse estarei fazendo este e até a semana que vem estará em sua conta e ai vem a surpresa: Dona Neusa moro em outro país, quando comecei a pedir a força e a proteção para a Senhora estava morando na rua. Não tinha lugar para ficar, vivia praticamente em baixo da ponte. Não falava para a Senhora, mas as suas orações era meu norte, minha força de lutar e vencer. Estive nas ruas e quando ganhava uns trocados entrava em uma Lan House e escrevia para a Senhora e pedia a sua proteção. Hoje estou a fazer a consulta com a Senhora, pois um amigo brasileiro já instalado aqui me alugou um lugar e hoje estou trabalhando e com um teto para ficar. Aqui é muito difícil de brasileiro se alojar, e hoje estou em condições de fazer o meu agradecimento.

Confesso que quando fui lendo essa mensagem comecei a perceber o quanto poderemos ajudar nossos irmãozinhos que passam por duras provações. Esse e-mail está guardado como um presente, de que poderemos ajudar nossos irmãos com uma oração e com palavras de força e fé.

Deus abençoe a todos, e nunca é tarde de prestar auxílio a seus irmãos que passam por duras provações.

Que as 7 linhas da Umbanda e todas as forças do bem possam encaminhar-te ao amor a seu próximo.

Fiquem na Paz dos Orixás.



07/03/2010 - Vidente Neusa de Xangô - neusadexango@gmail.com

Lindas almas, este conto é fato real e me fez pensar muito a respeito já que as pessoas sempre nos surpreendem.

Minha mãe tinha um trabalho que não era comum, em troca de uma casa nos Vicentinos na Cidade de Matão ela cuidava dos velhinhos do asilo, fazia a limpeza e higiene dos velhinhos que já não se moviam mais.

Em um contrato informal as crianças não poderiam ficar durante o dia na casa, já que estas eram para os servidores do asilo e não se aceitavam crianças nesta. Então para que não houvesse duvidas foi já preparado pela Madre Superiora vagas na creche para 2 filhos, eu e meu irmão que é uma pessoa do bem e que amo muito.

Tudo era perfeito, alguns acontecimentos que hoje me fazem mais forte e que me direcionou a ter a crença que tenho. Lembro de uma mesa imensa e crianças como rôbos sentadas duas irmãs e uma madre superiora totalmente desequilibradas a gritar! Vocês nem ousem conversar. Ficavamos ali parados esperando o que seria a próxima ordem.

Algumas crianças ficavam com olhinhos arregalados, outras brancas como a seda e outras não seguravam as emoções sujando suas calças de fezes ou urina e esses eram severamente repreendidos, após terem que se limpar tinham que sofrer uma outra humilhação, ficar de joelhos em cima dos grãos de milho que elas colocavam.

Eu observava tudo calada, sentia que havia muito de errado ali, mas com 9 aninhos não teria como lutar em prol de meus amiguinhos, não sei se posso dizer amiguinhos já que eramos proibidos de brincar, apenas ir, e ficar ali naquela mesa.

As vezes, raramente tinhamos atividades, era de ouvir a Madre Superiora dizer se fizerem isso ou aquilo vão se arrepender de terem nascido. Raramente havia alegria ali.

Na mesa era servido polenta doce! Eca! Meu estomago não aceitava e quando eu não queria comer havia uma dessas irmãs que dizem de CARIDADE com uma sandália de plastico a me bater na cabeça e costas como se eu estivesse fazendo o maior pecado do mundo por não conseguir engolir aquele almoço, um dia meu estomago não suportou e veio o Hugo, e devolvi tudo, para minha infelicidade a irmã queria que eu lambesse o meu vomito, o que apanhei muito mas não fiz.

Depois de apanhar, por não atender a ordem da irmã de CARIDADE veio s grãos de milho que fiquei até saciar a raiva interna da madre, neste dia desmaiei em cima do grão de milho. Mas, a mesa! Aquela mesa é inesquecível, tinhamos que nos debruçar e dormir a tarde inteira sem dar uma palavra, senão apanhavamos, ao virar a cabeça por estar incomodando ficar horas de um lado só já era motivo para um grito horrendo de uma delas já maldizendo o seu remexer. Se eu tinha que passar por aquilo eu não sei, mas eu não estava sozinha, muitas almas me acompanhavam naquele sofrimento.

Cresci com um coração cheio de amor, pois a unica coisa que aprendi é observar a dor com coragem e força. Mas não venho aqui para dizer de parte do que sofri como Ser Humano, venho aqui para dizer o quanto somos Surpreendidos nesta vida de meu Deus: Em uma bela manhã estava eu a caminhar na creche levando a toalha ao banheiro das meninas quando fui chamada pela Madre Superiora.

Ela me levou a um patio e me disse: Sei que quando você crescer não será nada de bom, terá a tendência a ser uma mulher da vida então me fale a verdade no que vou te pergunta, pois só você e Clau que é "aleijada", (se fosse hoje talvez ela diria deficiente) se arrasta no chão e como ve só vocês duas tem acesso aqui. Me fale menina, antes que eu tome uma posição que estou pensando em tomar, foi você quem roubou o dinheiro da D. Mar da Lavanderia? Foi você quem pegou? Só pode ser você porque Clau não alcança onde estava guardado. Eu disse não Madre, não tenho dinheiro e não peguei nada. Neste pátio tinha uns pilares no fundo uma Igreja onde elas oravam, e a Madre com os olhos fulminando de ódio disse: Mentirosa, diga agora mesmo onde está o dinheiro.

Uma platéia de 4 pessoas ali: A D.Mar dona do tal dinheiro que desaparecera, a Claudia deficiente que seus pés eram as palmas das mãos, e uma irmã da CARIDADE a me medir pensando o que fariam comigo. Mas eu nem sonhava em dinheiro, minha mãe não me ensinou isso, ela não aceitava que chegassemos em casa com nada estranho, porém elas não sabiam dessa educação que tive desde pequenina.

Estava ali pálida, assustada e cheia de medo, não sabia o que fazer, todos me olhando como seu eu fosse uma bandidinha sem condições de me safar do que estava por vir. De onde tiraria dinheiro para dar áquela Madre que me fitava com raiva e a cada vez mais intensificava o desejo de me punir.

A cada não que eu dava, imagino que foram uns cinco, ela irada tirou aquele chinelo de plastico dos pés, o da madre tinha um saltinho anabela. Foi você disse ela aos gritos, e eu disse: Não, e ela fora de sí colocou a minha mão no pilar e começou a bater com o salto do chinelo, e ela dizia foi vc e eu NÂO, fale que foi você e eu não, de repente minha mão estava toda roxa, e a Dona Mar que era a dona do dinheiro que sumiu começou a chorar e pedir para a Madre superiora parar e ela dizia, não, ela tem que aprender que não se deve mexer nas coisas dos outros.

Quando minhas mãos já estavam toda estranha, eu já não as sentia mais, um grito ecoou no pátio e a Dona Mar se ajoelhou e disse chega! Não aguento ver essa judiação que a Senhora esta fazendo com essa menina. A Madre parou, e Claudia estava tremula, desesperada.

Quando Dona Mar disse e ela, a Senhora não vai ver com ela? E a Madre olhou e disse, como essa infeliz poderia em cima do ármário pegar o seu dinheiro, veja ela não tem as pernas, não anda, não fica em pé. E Dona Mar insistiu, se as duas somente entra lá a Senhora terá que ver essa também. Quando a Madre Superiora mandou que Claudia colocasse a mão naquele pilar ela gritou não me bate Madre! Fui eu, colocou a mão no bolso de um shorts que ela usava e tirou o dinheiro.

A Mar me olhou chorando e pediu perdão, eu não queria que fizessem isso com você. Claudia, a menina deficiente, com paraflisia total nas duas pernas sem movimento, que se arrastava roubou o dinheiro de cima do ármário! A Madre estupefada queria saber como ela fez isso, e ela disse: Eu via que a Dona Mar guardava suas coisas em cima do armario, peguei um lençol de solteiro e amarrei na ponta um chinelo meu e joguei la em cima e puxei, ai caiu o dinheiro.

Então lindas almas, nesta vida não poderemos jamais subestimar ninguém. O Ser Humano, seja ele quem for, sempre nos surpreenderá.

Essa lição fez com que eu respeitasse todos, e aprendi que por mais imperfeição que tenha um ser humano ele é capaz de qualquer conduta para atingir seus objetivos.

Essa lição de vida me fez forte e vitoriosa, a minha estadia neste lugar horrendo durou mais uns dois anos. Depois minha mãe mudou para a Cidade de Taquaritinga e ali foi que cresci, e me casei com meu primeiro namorado e hoje sou uma Sacerdotisa coltada unicamente ao espiritismo e a magia.

Não há barreira quando se deseja ser feliz, não há sofirmento que possa impedir de você vencer seus obstáculos.

Como disse na frase que criei ao pensar em minha triste infância:

Quando você pensa que tudo está perdido o Universo abre uma porta secreta para você. (Vidente Neusa de Xangô)  

Que Oxalá abençoe a todos!



06/03/2010 - Vidente Neusa de Xangô - neusadexango@gmail.com

Ola amadas(os), venho aqui contar a vocês um pouco do que vivo em meu dia a dia: Falando de como comecei o Altar Virtual.

Em aproximadamente 2005/2006 iniciei meus trabalhos via Internet por mero acaso. Entrei para ser assinante da Isto É, e lá havia um Link, faça seu Altar.

Me cadastrei e fiz o Altar Cantynho de Crystal que hoje mantenho o nome em meu site. tudo começou quando ia postar as velas, lia as mensagens que postavam ali. Um dia Maria colocu um pedido para que vendesse seu sítio.

A princípio somente lia as mensagens e pedidos e sem comentar com qualquer pessoa levava o pedido em meu Centro e fazia o pedido que fora colocado no meu altar. Até que um dia ali lendo uma pessoa direcionou o pedido não ao altar, mas a minha pessoa. E estranhamente quando eu estava a responder o pedido de venda do sítio um Senhor falando a lingua portuguêsa se materializou e disse, a Senhora não vai fazer nada para ela vender meu sítio não é? Eu disse quem é o Senhor? ele não respondeu e continuou falando.

Diga para ela que lutei muito para ter esse pedacinho de terra e que eu não vou deixar ela vender. E para minha surpresa ele desapareceu como em um passe de mágica. Como não conhecia Maria além da mensagem que ela deixou no altar enviei a mensagem perguntando se ela conhecia o homem, dei o nome que ele mentalmente me passou e ela respondeu.

É meu esposo e ele amava por demais esse sítio. A partir dai começou a minha história neste espaço virtual. Hoje estou a anos. Não estou respondendo religiosamente por estar com o tempo escasso, mas terminando 2010 estarei com tempo para ficar mais tempo aqui com todos. Desejo que as bençãos recaia em seu lar e em toda sua família.

Que a paz seja com você.



06/03/2010 - Gina 06-03-2010

Proteção Espiritual

Sábado, dia em que me preparo para ir ao Centro que frequento.

E como fica em uma cidade vizinha sai de carro com tempo bom. Estavamos em 5 pessoas, sendo 4 adultos e 1 criança.Saimos da cidade e chegamos no trevo, de repente um nevoeiro se formou sem explicação e cobriu todo o meu carro, acabei entrando na pista contrário, caindo em um buraco e não enxerguei mais nada, não sabia se ia ou voltava e caminhões vindo em toda velocidade.

Todos ficaram desesperados e querendo sair, mas o que precisava era saber para onde ir. Foi uma grande proteção nada ter acontecido já que o trafego naquele local é intenso, e ficamos por 20 minutos e nada nos aconteceu.

Sinto que o que houve foi proteção, pois minha Mãe de Santo, sentiu perigo e ligoui para que não fossemos pois ela sentia perigo.

Não fosse nossos Anjos guardiões e os Espiritos que nos protegem não estariamos vivas.

Fico feliz por ter proteção das 7 linhas da Umbanda e de Oxalá que não me abandona jamais.

Que Deus ilumene a todos.

Gina.



06/03/2010 - Rose 06-03-2010

Acredito no Sobrenatural pois o que ocorreu comigo não há outra explicação. Estava vivendo um período muito difícil em minha vida, miséria, dificuldades que não havia saída. Onde eu batia era não, ninguém me abriu as portas. Estava falando com uma amiga e ela me emprestou um livro espirita e nele continha Orações, todos os tipos de orações.Naquele dia a noite resolvi abrir o livro e fazer uma orações já que minha vida se encontrava totalmente destruida. Ela ficou de vir me acompnahar nas Orações depois das 23h porém algo ocorreu que não apareceu. E não esperei a presença dela, comecei as orações sozinha, Sentei na mesa da cozinha e comecei a fazer as orações e no momento em que fazia na metade começou a porta da cozinha balançar, estourou o vidro da porta cozinha, da janelas e começou a rodear em volta de minha casa balançando tudo.Fiz a Prece de Cáritas, e a outra que parei na metade era para Afastar Espiritos do mal. Corri e acendi todas as luzes da casa, parei imediatamente a oração, porque se coninuava nem sei o que iria ocorrer, pois era violento e forte o que começou a ocorrer. Durante o amanhecer procurei a minha amiga em estado de choque e disse o que havia ocorrido, ela me pediu para que acendesse uma vela branca eem pires para o meu anjo da guarda. Fiz o que ela pediu e o pires estourou e os cacos atingiram meu braço. Tive que procurar ajuda em um Centro espirita para afastar o mal que tomava conta de minha casa. Hoje graças a Deus me encontro melhor e essa passagem me fez crer que existe vida além da morte. Hoje sou médium atuo na caridade e creio intensamente nas Orixas. Que Deus abençoe a todos, e leve a saúde e a paz em seus lares.



06/03/2010 - Jane 06-03-2010

UM PRESENTE ESPECIAL Venho de uma família onde minha linhagem materna é muito ligada à Espiritualidade. Meu avô Benedito em sua existência terrena dedicou sua vida aos benzimentos e remédios à base de ervas que curavam os males daqueles que o procuravam. Em seu saber de caboclo do mato e com muita fé em Nossa Senhora Aparecida ouvia a queixa da pessoa, orientava-a segundo suas convicções, aspergia água com ramos de ervas. Se era mal físico um chá ou um banho podia curar. Todos ali nas redondezas o conheciam. Mas, chegou o final de sua jornada neste plano terreno e em seu leito de morte legou à minha mãezinha o seu saber para que aliviasse e confortasse os que padecem. Mamãe estava de casamento marcado quando vovô partiu. Guardou com ela o que recebeu de meu avô como também o luto aos costumes da época e só depois de algum tempo é que se casou. Daquela vida pacata do sítio onde viviam foi viver na cidade grande porque papai já trabalhava por lá. O tempo passou, o Plano Divino autorizou a minha chegada e meus pais estavam felizes com a vinda do primeiro filho. Em uma tarde qualquer, daquelas em que impera o descanso, mamãe sentia muito sono e foi deitar-se. Fechou bem o quarto p/ que a iluminação natural diminuísse. Acomodou-se, mas de repente uma Luz adentrava aquele espaço. Por instantes pensava: “...o vento abriu a janela, vou fechá-la novamente...” E, então ao tentar levantar-se uma revoada de pombos adentrou aquele lugar. Um a um pousava nas beiradas de sua cama como que a circulá-la e transformava-se em anjo que a fitavam com uma expressão de ternura e serenidade. Eram em número de sete. Uma agradável sensação de Paz instalou-se no ambiente e em seu ser. Quando se deu conta do que acontecia, como que num passe de mágica eles se foram. Ela correu até a janela. Estava trancada como havia deixado. Ainda sem saber direito o que aconteceu olhou toda a casa verificando também as portas. O sono se foi. Resolveu ir até a padaria que era perto de casa. Caminhou um pequeno trecho em estradinha de terra. Chovia quando retornou. Limpou os sapatos no tapete à porta de entrada. Viu algo reluzindo que lhe chamou a atenção. Era uma medalhinha bem pequenina em formato de estrela. Na frente era em porcelana branca e uma figura em azul, Nossa Senhora Aparecida. No verso, em ouro haviam algumas palavras gravadas em latim que significavam proteção. Mamãe pegou o presente que acabava de receber, limpou-o e dedicou ao bebê que iria chegar. Esta medalhinha eu a usei por muito tempo, até que a perdi na piscina do clube. Havia me esquecido de tirar a correntinha que carregava no pescoço. Simplesmente se foi. Em meus dezessete anos mamãe partiu vítima de um câncer... O tempo passou, amadureci, me tornei senhora de mim. Conheci algumas pessoas esotéricas que gostavam de estudar esse assunto e que promoviam encontro mensais para trocarem idéias e não ficarem só no bate papo das salinhas da internet. Cristais, tarô, danças, era tudo encanto e magia... Num desses encontros conheci um jovem rapaz e sua esposa. Conversamos bastante naquela noite sobre a Espiritualidade. No meio desse bom papo, ele retirou uma correntinha que portava em seu pescoço e retirou algo dela. Pediu que abrisse minha mão e ali me depositou algo dizendo: “alguém me pede para presenteá-la com isto!” Quase não acreditei no que vi, era uma medalhinha idêntica em formato com a que perdi, com a diferença de que não era em ouro. Uma emoção muito forte tomou conta de mim. “Guarde-a como recordação desta noite e não a perca como a outra!”. Só então que contei-lhe que tinha tido uma igual àquela e que havia sido presente de minha mãe quando nasci. O jovem rapaz não sabia da origem da primeira, nem tampouco contei-lhe. Após esse evento nunca mais os vi. Minha vida seguiu outros rumos e as deles também. A medalhinha como disse não é uma jóia como a primeira, mas seu valor é incalculável, pois, quem me presenteou a enviou-me novamente, e isto não há dinheiro no mundo que pague. Há uma ponte entre a nossa vida neste plano terreno e a Espiritualidade, e fatos como estes nos remetem a uma verdade que para mim é absoluta. Somos protegidos por Entes Superiores e também de acordo com o merecimento de cada um, por nossos entes queridos que já se foram. Sobre o que mamãe vivenciou, ela me contou quando ainda era uma menina, mas sempre que lembrava pedia a ela que me contasse de novo, pois, sentia um encantamento e um mistério que me deslumbravam em minha inocência de criança.



05/03/2010 - José Carlos

Bom dia a todos... É com muita alegria que inicio meus depoimentos aqui no site da minha querida e amada Sacerdotisa Neusa de Xangô. Em outubro próximo estará fazendo sete anos que estou ao lado dessa grande Sacerdotisa, e ao longo desses anos, pude presenciar inumeros fatos, inumeros trabalhos que mostram e comprovam a Força Espiritual em ação e sempre movida pela fé das pessoas envolvidas. Hoje começarei relatando algo que aconteceu comigo, e ao longo da próxima semana estarei relatando outras histórias que presenciei e que muito me marcaram. Na noite de Sabado, dia 10 de outubro de 2009, estavamos todos(mediuns e assistência) na nossa Tenda de Umbanda, preparando os pacotes de doces para ser entregue para as crianças no dia 12, dia das crianças e de Nossa Senhora Aparecida, nossa querida Mamãe Oxum. Após prepararmos todos os pacotes e conversarmos e trabalharmos com as entidades, com as "Crianças", veio nosso Querido Boiadeiro para abençoar os doces e se despedir dos filhos. Após abençoar os doces e conversar especificamente com alguns filhos, nosso guia da Direita, o Boiadeiro que cuida e abre os trabalhos em nossa Tenda, disse após abençoar a todos: ¬- "Filho tenha muita fé com o que vai acontecer no dia 13, tenha fé"...e assim se despediu.Fiquei com essa frase na cabeça, e me questionando, será que foi para mim...(No meu intimo eu sabia que sim.) No dia 12, ao meio dia teve a Oração de Nossa Senhora, a benção do bolo do dia das crianças, e nosso Guia nada disse sobre o assunto. A noite fui dormir normalmente, rezei e me deitei...e eis que nessa noite tive um sonho. Sonhei que estava eu e mais um amigo que trabalha comigo.Estavamos andando pelo bairro em que moro, e adentramos na Escola do Bairro. Juntamente conosco entrou um amigo do rapaz que estava comigo.Ele entrou de bicicleta dentro da escola e foi até a ultima sala dessa escola, a sala de numero sete, que fica separada das outras.Ele entrou com bicicleta e tudo e nós fomos atras dele, para falar que ele não poderia estar ali com bicicleta. Ao entrarmos na sala, tinha um homem de boa aparencia, mostrando na loça, como se fosse com um telão ou um projetor cenas de direção de projéteis de arma de fogo.Nesse mesmo momento não estavamos mais ali, a cena era outra, estavamos em uma casa, o mesmo homem e eu. Ele mostrava para inumeras pessoas, dentre as quais duas eu conhecia, uma moça que trabalhou comigo e seu marido. Nessa casa este homem mostrava cenas de um crime cometido com arma de fogo, ele mostrava quem atirou, como atirou e o trajeto que a bala fez até atingir o corpo da vitima. Todos ali, estavam gratos, agradecendo aquele homem por desvendar o mistério daquele crime. Todos ali, assim como eu, estavamos certos de que se tratava de um anjo. Saimos caminhando: o casal, o "anjo" e eu, quando ele se voltou para mim e perguntou: -Sabe quem sou eu?Respondemos que sim: _Ès um anjo, um protetor! Ele olhando em meus olhos e com seu rosto colado e de fronte ao meu, disse-me com uma gargalhada: _Sou Lucifer!No momento não senti medo algum, e olhando em seus olhos e ainda com o seu rosto de fronte ao meu, perguntei: ¬_Sabes quem sou eu?E imediatamente respondi meu nome, assim como também meu nome na Magia e disse que eu era filho do Nosso Guia da Esquerda.Ele se afastou de mim e sorrindo me perguntou: _Você é filho de... e disse o nome do Guia.Respondi que sim e ele se afastou e foi embora. Voltei rapidamente ao meu corpo, pois não fora um sonho e sim uma viagem astral. Realmente eu havia ficado frente a frente com ele.Fiquei alguns minutos em silêncio, olhar arregalado, respiração contida, quando veio em minha mente que era madrugada do dia 13, que portando as palavras do Boiadeiro, no dia 10 eram para mim, que eu precisava ter fé. Rezei, pedi proteção aos meus Guias tanto da Direita, quanto da esquerda, pedi a benção de Nossa Senhora Aparecida e de Nosso Senhor Jesus Cristo, para poder voltar a dormir, mas sem me esquecer que eu havia tido fé, pois de frente com ele, não temi, e mantive minha fé em meus guias , e nesse caso em especifico em nosso guia da Esquerda. No próximo trabalho, em que estive com o Boiadeiro, eu lhe perguntei: ¬_Aquelas palavras de que era preciso ter fé eram para mim? _Sim filho, ele me respondeu e assim continuou:_ sua mediunidade está cada vez mais aflorada, está vendo as coisas, está ouvindo, está sendo intuido o tempo todo. E eu lhe respondi: _É, eu tive fé, eu tenho Fé, e pedi permissão para contar a todos que estavam presentes em nossa Tenda, o que havia acontecido comigo, e assim relatei a história que acabei de contar aqui para vocês e com uma mensagem no final: " Muitas vezes o mal, ou nossos inimigos se aproximam de nós com um sorriso no rosto, com palavras doces, amáveis, para nos prender, nos cativar, para ganhar nossa confiança, para que assim no momento oportuno, mostre sua verdadeira face e sua verdadeira intenção e assim por não estarmos esperando, sermos presas facíeis. Muitas vezes o mal se desfarça de bem, por isso aprendanos a enxergar além das aparencias, aprendamos a enxegar o bem que existe no mal e o mal que existe no bem... Continuarei nos próximos dias a relatar histórias que vivenciei ao lado de minha Querida e Amada Madrinha, Neusa de Xangô.Histórias estas, de muita fé, de muita proteção, onde ela doando seu corpo às Entidades Espirituais, combate o mal, e traz luz e esperança a tantos corações que sofrem e que são vitimas da maldade de pessoas, que por vaidade e por um querer sem limites, fazem o mal a qualquer preço, custe o que custar.Porém, enquanto existirem pessoas de bem, de coração puro e alma generosa como Neusa, o mal estará sendo combatido, e a esperança e a certeza de dias melhores sempre virão. Grato pelo espaço, é que termino este relato, este escrito.Agradecendo sempre a Deus, pela dádiva de poder ajudar ao próximo, de ter como exemplo de dignidade , carater e caridade nossa Madrinha, de poder estar ao seu lado recebendo seus ensinamentos, que são sempre o Amor e a Caridade, o respeito para com a vida, para com nossos semelhantes e para com o nosso Planeta que pede ajuda. Que as bençãos do Alto se façam presentes. Que o Amor, a paz, o equilibrio, o discernimento e a fé estejam sempre presentes em vossas caminhadas. Que a força que move vossas vidas e regem vossos atos sejam sempre a Força da Justiça. Luz em vossos caminhos, paz em vossas mentes e muito amor em vossos corações. Que Zambi(Deus) e nosso Grande Pai Oxalá(Jesus Cristo) abençõe a todos. José Carlos Candido do Nascimento 05/03/2010



04/03/2010 - Norehs

O meu depoimento, eu vou me basear no que o meu amigo Guerreiro da Luz (Carlos Eduardo) , falou sobre o corpo ser terreno, mas o espirito extraterrestre.

Um dia quando viajavamos para uma cidade vizinha aqui para estudar eu, Carlos e a Sacerdotiza, eu estava sentado na frente dos dois, e me virei para conversar com eles, conversavamos sobre as nossas experiências com os Extraterrestres, foi quando eu falei uma coisa de minha curiosidade, " sei que nós somos extraterrestres e que cada um denós do grupo temos um nome nessa vida pelos quais os Comandantes (extraterrestres) nos conhecem nessa existência, mas gostaria muito de saber meu verdadeiro nome e minha verdadeira face, como sou na verdade, ou seja da raça que descendo".

Uma coisa muito estranha aconteceu a Sacerdotiza ficou assustada olhando para mim e perguntando ao Carlos, onde eu estava que ela não estava me vendo, Carlos falava" ele esta na sua frente, não o esta vendo" Ela repondia " não tem um ser muito esquisito na minha frente, ele não tem rosto, estou assustada Carlos cadê o Norehs, calor insistia ele esta na sua frente, ela continuava, " não só tem esse ser na minha frente", foi quando Carlos perguntou, "como ele é?" ela passou a descrevê-lo ele não tem rosto e tem uma facho de luz que pega do seu Terceito olho até a sua nuca, nunca vi um ser como esse."

Carlos: " Qual é o nome dele?' Sacerdotisa " Kraft", foi quando veio uma entidade, a qual não se identificou e disse: "motramos há menina como você realmente é", A Sacerdotiza voltou a si, comecei a perguntar o que tinha acontecido, ela falou que de repente ela não me enchergava mais, só aquele ser estranho, ai eu falei, mas esse ser estranho que a senhora viu é minha verdadeira face, minha origem.

A luz que a senhora falou que os ser tem do terceiro olho até a nuca, eu tenho um afundado no cranio que vai do meu terceiro olho até a minha nuca, ela e carlo colocaram a mão no meu cranio confirmando. Comentei o mais interessante é que até os quinze anos de idade eu não tinha isso na minha cabeça, após isso começou a afundar, isso é estranho.

Como vocês podem ver um pedido quando é feito de coração pode ser atendido, depois desse acontecido, não tenho mais dúvidas de que o corpo é terrestre, mas a alma extraterrestre e ainda que temos uma origem desconhecida. Importante frisar que os seres extraterrestres, com os quais temos contatos, são seres da frota interestelar de Asthar Sheran.

Saudações e paz em todos os quadrantes!



04/03/2010 - suzana

Em 11 Junho de 2005, meu querido pai faleceu com cancer, estavamos muito triste, meu menino na época com 11 anos era o que mais sofria, por não aceitar a morte do avô, no dia 22 de junho, aniversário do meu filho,completava 12 anos,de manhã ele acordou para ir a escola quando saiu no quintal e se deparou com uma linda e enorme pomba branca, ele disse que seria seu vô que viera passar o aniversário com ele. Essa pomba passou a vir e ir todos os dias, fotografamos ela várias vezes, muito mansa, participava do almoço em familia que faziamos para fora de nossa casa. Em novembro de 2005, mudamos de casa, meu filho muito triste pois a pomba iria nos perder. Mas em maio de 2006, dia das mães ela retornou numa reunião de nossa familia, achamos que era coinscidencia, outra pomba, mas não ela nos conhecia, ficou na mesa durante o almoço, aquele dia foi mágico, apesar que estavamos muito triste, seria o 1º ano no dia das mães sem meu pai.Mas aquele dia foi mágico. Depois disso ela passou a nos visitar todos os dias. Um certo dia ouvi minha vizinha dizer mata essa pomba, ela suja todo o muro, ouvi um tiro de espingarda de chumbo, e risos. Ela se foi, ficou as fotos e lembrança. 15 dias atras, numa gira dos erês, uma das crianças falando comigo e meu marido disse que sempre estava a passar pela minha casa, e que um dia ela iria levar outra pomba branca, pois a outra mataram... Proteção, isso que eles mostravam, que não estavamos sozinhos, pois eramos assim que estavamos sentindo. E além disso nos protegendo de problemas que estavam para acontecer que se não fosse a proteção desses espiritos de luz não teriamos suportado.Venho aqui para compartilhar com todos, pois se não acreditamos deixamos de sentir e ver a proteção que esses espiritos nos dá a todo momento...



03/03/2010 - Samantha

Este depoimento se trata de um caso verídico, o qual vivenciei ao auxiliar minha Mãe/Sacerdotisa em um trabalho de limpeza e proteção para uma jovem que foi vítima de magia negra. "Algumas pessoas ainda não imaginam o quão outras são capazes de fazer o mal para apenas satisfazer seus desejos, seus caprichos, e estas que fazem o mal não imaginam o quão estão prejudicando a si mesmas para atingirem seus objetivos... o que elas não sabem é que no Plano Espiritual há a Lei de Causa e Efeito!" Jovem casada, mãe de dois filhos, vivia em paz, se sentia feliz com sua família... Ela era saudável, bela, cheia de vida... Vivia por seus filhos e por seu marido. Tudo começou quando seu marido teve um caso... a amante não estava admitindo que a esposa ainda estivesse a viver com o marido, que estivesse feliz... A amante para satisfazer seu desejo, em um trabalho de magia negra, entregou a vida da jovem esposa, pediu a loucura e a morte desta jovem esposa, qualquer coisa que fizesse com que ela se afastasse do marido, queria o caminho livre. Os problemas começaram a surgir: > A jovem esposa começou a adoecer, emagrecer, sentia dores fortes pelo corpo e, nenhum médico conseguia encontrar o que estava a acontecer... diziam que nos exames estava tudo ok. > Os filhos começaram a se envolver com pessoas erradas, e de crianças calmas e educadas passaram a ser agressivos... > O marido começou a ficar violento, a agredia quase que diariamente... E, a Jovem esposa, não conseguia entender o porquê de tudo ter mudado... e resolveu buscar ajuda Espiritual pois ninguém conseguia explicar o que estava a acontecer... Foi quando aceitamos auxilia-la nesse propósito, essa moça precisava de ajuda... e, para isso, iniciamos um trabalho de limpeza, retirada do mal enviado e de proteção a ela... Era 00h, estávamos a trabalhar quando a Entidade Malévola que havia sido enviada para a esposa se fez presente, era esta entidade que estava a se alimentar da tristeza, das lágrimas, das brigas e das dores da jovem e, o mal, estava naquele momento, incomodado com o que estávamos a fazer pois, estávamos retirando esta força malévola do caminho da jovem esposa... este trabalho estava sendo feito em nosso Espaço Esotérico, minha filha que na época tinha 2 anos estava em um outro quarto a dormir... a Entidade Malévola que estava presente disse que pagaríamos caro por estarmos entrando na frente daquela jovem, que já que não iria conseguir levá-la por estarmos interferindo, faria algo para deixar marcado essa nossa interferência... após uma gargalhada, o silêncio se fez... e, de repente, um barulho no quarto de minha filha, e o choro desesperado dela... o Mal se materializou - fez com que minha filha me visse, a acordou e ficou afastado da cama com os braços abertos como se fosse eu chamando para pegá-la no colo... a menina levantou sonolenta e quando chegou na beirada da cama escorregou e foi de cabeça na quina do criado-mudo e na seqüência ao chão... Um desespero tomou conta de mim... era isso o que o mal queria... me afetar e, como não conseguia me atingir, foi até a pessoa mais fraca da casa, a que eu mais tinha amor, e a agrediu... sua intenção não era me dar apenas um susto, mas sim levar a criança no lugar da jovem, mas como a proteção se fez também em minha filha, nada de pior aconteceu a ela, fiz o que tinha que fazer, cuidei de minha pequena e depois deixei um médium a zelar em orações no quarto dela... e, voltei ao trabalho, aquilo não poderia ficar assim, deveria terminar ali para não ferir mais ninguém... depois de um bom tempo, tivemos êxito em nosso propósito, retiramos o que estava a se alimentar da jovem e de sua família... Eu jamais tinha passado por um acontecimento como aquele - um espírito se materializar - se fazer passar por mim e ferir uma criança... isso é demais para mim! - Faz com que mais e mais queiramos combater o mal! Quanto a jovem, ela voltou a se alimentar, as dores se foram... os filhos voltaram a ser educados e gentis com ela... o que ela não conseguiu perdoar foi a traição de seu marido, uma traição que levaria à destruição de sua família e à sua morte... Ela saiu em busca de sua felicidade, encontrou alguém que a respeita, é feliz e seus filhos estão juntos a ela, felizes com a decisão e apóiam pois querem a felicidade da mãe... >>> O mal existe sim e ganha força quando se faz presente no mental de certas pessoas que querem a qualquer custo resolver seus caprichos e com incoerência buscam prejudicar a vida alheia .... Mas também existe o bem, existe a Lei de Causa e Efeito, e tenho fé nesta força que predomina - e o Bem predominará sempre!



03/03/2010 - S.C.B.

Este depoimento se trata de um acontecimento verídico o qual vivenciei no ano de 2006 em um dos trabalhos de minha Mãe/Sacerdotisa. ________________________________________________________________________________________ "A caminho de um exame"... ________________________________________________________________________________________ Em um dos rituais na Tenda de Umbanda Vovó Catarina, eu pedi às Entidades da Tenda, proteção e força para enfrentar um reencontro desgastante com meu antigo companheiro (o qual me relacionei por quase 6 anos) - era o exame de DNA de minha filha. ________________________________________________________________________________________ A Entidade, que se nomeou por Gira Mundo, disse para que eu me acalmasse e que estaria a me proteger em todos os momentos, mas que antes de sair de casa no dia do referido exame, providenciasse uma pedra escura, esta auxiliaria na proteção... pediu também que ficasse atenta no caminho pois a Entidade se faria presente em uma forma - rodamoinhos. ________________________________________________________________________________________ No dia do Exame, no carro eu não conseguia parar de pensar nas palavras daquela Entidade. A viagem inteira fui mentalizando e procurando pela estrada a manifestação de sua presença. ________________________________________________________________________________________ Olhos atentos, comecei a comentar com minha mãe sobre o que conversei com a Entidade e também a respeito de sua manifestação, e como seria... Enquanto conversava sobre isso, meu coração batendo forte, uma grande emoção tomava conta de mim... de meu corpo... sentia uma paixão por minha vida quase que inexplicável e, ao mesmo tempo me sentia ansiosa... ________________________________________________________________________________________ De repente, minha mãe disse: Olha lá embaixo, não é um rodamoinho??? ________________________________________________________________________________________ Todos em dúvida, pois estávamos muito distantes, eu comecei a rir saboreando tudo aquilo, mas ainda não era a Entidade... ________________________________________________________________________________________ Minha mãe, olha para o outro lado e diz novamente: Olha lá, agora são rodamoinhos, pequenos mas são!... ________________________________________________________________________________________ Eu disse: Acho que ainda não é Ele, mas não descartei a possibilidade... ________________________________________________________________________________________ Continuamos a seguir para nosso destino, quando bem mais a frente notei um Rodamoinho enorme perto da pista que iríamos passar e logo gritei: Olha gente! Olha! É este, Ele está presente, olha o tamanho dele! Que lindo, havia fagulhas de cana pelo canavial que acabara de ser colhida, pois o Rodamoinho ergueu as fagulhas por toda a sua espiral, ao ver pareciam fagulhas prateadas a girar (GiraMundo se fez presente de uma forma suave e bela)... todos os que estavam no carro ficaram abobados olhando tamanha beleza, principalmente quando aquele rodamoinho enorme veio em direção do carro... veio tão perto que chegou a passar na pista e pelo carro, as fagulhas prateadas que eram as fagulhas de cana, brilhavam aos nossos olhos... era enorme, tão grande que alcançava uma casa na altura e no comprimento, tão intenso e tão suave... ________________________________________________________________________________________ Foi a coisa mais linda que eu já tinha visto e a sensação de paz, alegria, era inexplicável, me fez esquecer o que iria enfrentar, me deixou calma e fortificada ao mesmo tempo...todos ficaram maravilhados... ________________________________________________________________________________________ Minha mãe ficou maravilhada e disse: Olhe só! Quem não acredita, depois que visse isso, passaria a acreditar na espiritualidade, olha só a força com que trabalhamos! ________________________________________________________________________________________ Uma pena não termos registrado este acontecimento, ficamos tão extasiados que não conseguíamos parar de olhar, mas o registro dele ficará apenas neste depoimento, as sensações em meu coração e a imagem em minha mente, em minha memória e na de quem esteve presente naquele dia. ________________________________________________________________________________________ Continuamos nosso caminho e observando as paisagens notamos que em vários pontos rodamoinhos se erguiam como se viessem a nos acompanhar - e foi assim por todo caminho até chegarmos na cidade - no destino. ________________________________________________________________________________________ Quando cheguei no local, estava me sentindo tão segura, tão firme/forte que nada estava a me incomodar, meu coração estava tão calmo que me surpreendi comigo mesma... ________________________________________________________________________________________ Agradeço até hoje pela força e segurança que esta Entidade - Gira Mundo - colocou em mim... Obrigada! ________________________________________________________________________________________ Um grande abraço a todos e agradeço a oportunidade de poder compartilhar com vocês este acontecimento/este contato com o Plano Espiritual que ocorreu comigo.



03/03/2010 - Carlos Eduardo

O corpo é terrestre, mas o espírito é extraterrestre

Este é mais um dos eventos que desafiam o ceticismo e provam que existe muito além do que supõe o parcial conhecimento humano.

Existem certos tipos de trabalhos que são realizados com entidades extraterrestres. Dentre estes, existem objetivos especiais, tais como conscientização mundial, equilíbrio de foças, e desintegração de energias destrutivas.

Certa vez, enquanto um grupo estava reunido para mais um encontro com entidades extraterrestres, um desses seres tomou a consciência da sacerdotisa e passou a falar conosco. Inicialmente, manifestou-se um deles dizendo o seguinte: "O corpo é terrestre, mas o espírito, é extraterrestre."

A princípio, esta frase não era algo que desconhecíamos, ao contrário, acredito que toda a pessoa que tem ou já teve uma ligação muito forte com a espiritualidade, conhece desta realidade. A propósito, uma semana antes deste ocorrido, estávamos em um curso de projeciologia com Wagner Borges, em São Paulo, e, um dos temas levava este enunciado.

Enfim, a entidade se manifestou dizendo: "O corpo é terrestre, mas o espírito é extraterrestre." Após isso, dirigiu-se a um dos integrantes do grupo e disse: "Você estava hoje, em um local com muitas pessoas (referia-se a sua sala de aula) e estava vendo um livro. Depois, pegou este livro, e foi mostrar uma determinada página a este jovem (indicando outro integrante do grupo)." Respondeu então nosso colega: "Sim, sim. Eu estava com um livro e levei até ele. Estávamos em aula e levei o livro na escola para folhear de vez em quando." Por sua vez, a entidade pediu: "Seria difícil você trazer este livro agora aqui?" Nosso colega prontamente respondeu: "Sim, é claro, vou lá buscar." Em seguida, a entidade disse: "Eu quero a página 25 deste livro."

Ele dirigiu-se até sua casa e retornou com o livro. Enquanto isto, a entidade presente se foi para que outra pudesse estar conosco.

Quando nosso colega chegou com o livro, a entidade disse: "Abra-o na página pedida." Ele abriu, e, quando chegou na página 25, antes mesmo que ele oferecesse o livro à entidade, esta esticou sua mão, direcionou seu dedo à página (o livro estava de frente para o colega, de ponta cabeça para a entidade, era noite, sem muita iluminação, e o livro estava a cerca de 50 cm da entidade), foi até um parágrafo da mesma, e disse: "Leia aqui por favor." Nosso colega leu, mas não conseguia acreditar. "Leia alto, por favor." Disse a entidade.

Ele leu alto, e como o parágrafo se iniciava? Bem assim: "O corpo é terrestre, mas o espírito é extraterrestre."

Intrigante não. Ficamos perplexos, principalmente os dois envolvidos. Eles haviam feito isso naquela manhã. Não tinham tido contato com a sacerdotisa. Falaram entre eles. Além do mais, a entidade disse o número da página. Nem tocou no livro. Indicou com o dedo onde deveria ser lido. As duas páginas abertas davam uns 8 a 10 parágrafos. Como pode alguém dizer a página, dizer o parágrafo e falar exatamente como ele começa sem ter o visto antes?

Depois que as entidades se foram, aquele que mostrou o livro ao outro dentro da sala, exclamou: "Poxa, a ___ (nome da entidade) não precisava ter feito isso. Eu sabia que ela existia." Dizia isso para si mesmo por várias vezes.

Bom, este é mais um dos relatos.

Grato pela atenção.

Carlos Eduardo.



02/03/2010 - Carlos Eduardo

Criança Obsediada

Este é um daqueles acontecimentos que chocam pelo poder que os espíritos demonstram no mundo natural.

Uma criança, de aproximadamente 8 anos, começa a ter condutas um tanto anormais. Grita, não quer ir à escola, não quer brincar, não quer comer, entre outros problemas. A família não é separada. A escola a trata bem. Os familiares a tratam bem. Não há nenhum problema aparente que possa indicar que ela está sendo afetada.

Sua mãe procura uma benzedeira aqui da cidade. Esta lhe informa que há um vulto negro atrás da criança e que ela precisa procurar um centro espírita forte para tirar este espírito, pois, conforme suas palavras: "era coisa brava". A mãe da criança procura então a Sacerdotisa.

Quando ela chegou, a sacerdotisa viu o que estava com a criança e disse que, se ela realmente quisesse tirar este espírito que estava a prejudicando, seria uma árdua luta e que teriam que ser firmes. A mãe aceitou o trabalho. Bom, quem já leu outros de meus escritos vai saber que o tipo de trabalho aqui deve ser o de Esquerda, pois a Direita não consegue chegar onde está este espírito. As frequências energéticas são diferidas.

Marcou-se então o dia para fazer o trabalho. Entre outros fatores, era necessário que a mãe viesse conversar com a Sacerdotisa sobre como estava a criança. Por vezes ela vinha, outras vezes não para não a assustá-la. Em uma dessas vezes, a mãe estava saindo de casa e a distraiu com um de seus filhos. Contudo, esta era uma estratégia para vários outros compromissos, como ir a um mercado, ao cabeleireiro, à feira, etc. Quando a filha podia ir, tudo bem, mas quando não, ela distraia com seu outro filho. Entretanto, nesta ocasião, a mãe não estava indo a nenhum outro lugar. Ela estava se dirigindo para a residência da sacerdotisa. Então, sua filha lhe disse: "Quer dizer que você está indo na casa daquela 'palavrão' de novo e pensa eu eu não sei." A menina nunca disse estas palavras. Era uma menina meiga. E o mais importante, como ela sabia que a mão se dirigia para lá?

A mãe ligou para a sacerdotisa dizendo o que acontecera. Marcaram então um outro dia para conversarem.

Em um outro dia, a mãe estava na cozinha, preparando o almoço, quando ouve os gritos da filha vindos do quarto dela. A porta estava trancada. Só havia uma chave, que estava no molho de chaves, que por sua vez estavam na porta da frente da sala. A mãe não sabia como a filha se trancara dentro do quarto, pois a chave não estava com ela. A mãe pegou o molho de chaves, abriu a porta, e a filha estava apavorada, cheia de marcas. Dissera que alguém havia a molestado dentro do quarto. Quando a mãe perguntou como ela se trancou no quarto, ela respondeu que não sabe, apenas sentiu vontade de fechar a porta, colocar um lápis na fechadura e virar o lápis. Aí a porta se trancou e ficou lá dentro com alguém a molestando.

Isto já tinha ido longe de mais. Já não bastava todos os problemas porque estava passando a menina, agora este espírito a estava molestando e causando traumas em sua mente.

Assim, fora marcado o dia do trabalho de Esquerda para o primeiro dia possível. Era urgente.

O trabalho se iniciou. A entidade protetora se manifestou pedindo à mãe para ser firme, para não dar ouvidos ao que a entidade maligna iria dizer quando se manifestasse. Todos prontos, a entidade protetora deu passagem à maligna para que viesse se manifestar, para assim, a aprisionar em meio às influências energéticas do trabalho.

Depois de certa luta, a entidade foi finalmente aprisionada. A energia se amenizou. A mãe ficou mais calma. A entidade protetora se manifestou, pedindo à mãe que retornasse à benzedeira, só isso, e ela teria sua resposta sobre a eficácia do trabalho.

Despedimo-nos da entidade, ela nos saudou e se foi. Retornamos para nossas casas. No dia seguinte, a mãe prosseguiu como pedido. Com sua filha, foi até a benzedeira, ao que esta, disse: "Nossa. O vulto já não está mais na sua filha. Ela tá limpa?!"

A menina, que hoje deve ter seus 14 anos, não mais sofreu nenhuma moléstia, desenvolveu-se normal como toda criança tem o direito de se desenvolver, brincar e ser feliz, com sua família e seus amigos. Não mais teve problemas com a escola. Passou a se alimentar corretamente. Nunca mais foram vistas marcas em seu corpo.

Fiquem com Deus.

Carlos Eduardo.



02/03/2010 - Carlos Eduardo

Uma lembrança inesperada

 

Novamente, venho para vocês com um depoimento extraordinário. Este é muito importante para pois trata-se de um acontecimento em que foram partícipes pessoas que ajudaram a formar minha convicção enquanto ser humano.

Estávamos eu, a Sacerdotisa Neusa, seu esposo Irineu e seu filho Neto em Botucatu. Fomos a um encontro Ufológico. Era o primeiro que participávamos. Ali se encontravam autoridades de renome, que sempre quis conhecer. Pessoas responsáveis por formar a opinião pública sobre o fenômeno OVNI.

Chegamos ao local e nos acomodamos. As palestras iniciaram. Recebemos, enquanto proferida uma das palestras, um folheto contendo nomes das autoridades que iriam falar em público. Dentre elas encontrava-se um senhor que muito respeito, escritor de vários livros ótimos, que, inclusive, sou profundo admirador. Não vou aqui, por motivos éticos, revelar seu nome, mas é alguém bem conhecido no mundo da ciência e da física.

O primeiro dia de palestras terminou. Fomos para um hotel, descansamos e retornamos no dia seguinte. Acomodamo-nos novamente, em um local na frente. Começamos a conversar com pessoas que estavam próximas a nós. Fizemos muitas amizades. Quando virei-me à minha direita, atrás, vi, ali sentado, aquele senhor escritor dos livros. Disse então: "Neusa, aquele ali não é aquele senhor escritor?" "Sim, é ele sim." Respondeu ela.

De prontidão, iniciei um tímido diálogo com ele. Após certo tempo estávamos conversando como velhos amigos. A sacerdotisa também começou a conversar com ele e então um momento emocionante deu início. Ela perguntou ao senhor: "Quem é Ângela?" Por sua vez, ele respondeu: "Ângela? Não sei. Não conheço não. Porquê?" Sacerdotisa = "É que eu estou vendo, quando converso com você, este nome. Talvez seja alguém que foi muito influente em sua vida." Senhor = "Não não, não conheço não." Começamos a conversar sobre outros assuntos. Até que a sacerdotisa novamente disse: "Você teve uma pessoa que cuidou muito de você?" Ele, com seus 70 e poucos anos, parou, pensou, refletiu um pouco e depois exclamou: "Sim sim, mas isto foi quando era muito criança. Eu morava em outro país, nasci lá. Nossa, foi uma vida muito difícil. Tinha que me esconder de aviões que passavam atirando. Estávamos em guerra." Sacerdotisa = "Sim, ela diz que sempre te amou e que adorou cuidar de você, que faria tudo de novo."

Então, ele começou a se recordar desta sua fase em sua vida, começou a se emocionar e disse: "Sim, tinha uma mulher que me cuidava. Era minha babá. Ela fazia tudo para mim. Ela se chamava Ângela."

Seus olhos lacrimejavam. Aquele instante, ali, naquele encontro ufológico, foi o responsável por o fazer lembrar e reviver épocas vividas há décadas atrás, em outras terras, com outras pessoas. Esta lembrança foi muito forte para ele. Com o lenço, enxugava suas lágrimas. Quando perguntado pela primeira vez sobre quem era Ângela, ele não soube responder, pois já contava com 70 anos e a conheceu enquanto era criança. Jamais passaria por sua cabeça que se tratava de sua segunda mãe, como ele mesmo se referiu a ela.

Perceba: Este espírito, Ângela, ficou aproximadamente 6 décadas sem poder falar, comunicar-se com seu amado filho de coração. A primeira oportunidade que ela teve, que foi quando do encontro da Sacerdotisa com este senhor, nacionalmente respeitado e conhecido por seus livros, ela se manifestou e fez ele sentir que sempre esteve presente em sua vida.

Eu jamais, em minha vida, enquanto lia seus livros, imaginaria que um dia estaria presenciando este acontecimento. Um homem, com seus 70 e poucos anos, tem, quando criança, uma maravilhosa babá que o cuida como se seu filho fosse, desliga-se dela, vem para o Brasil, tem toda uma vida aqui, supera problemas, dificuldades, cresce profissionalmente, para, naquele instante, em um diálogo com uma extraordinária médium, receber um recado de sua segunda maẽ, que, nas entrelinhas, sutilmente dizia: "Estou aqui." 

Certamente, quando se vivencia algo assim, quando sente no sangue, na pele, o fato acontecendo ali, na sua frente, sua concepção sobre os fenômenos paranormais se modifica.

Fique com Deus.

Carlos Eduardo.



02/03/2010 - Carlos Eduardo

Proteção ou Perigo?

Há certo tempo presenciei um trabalho espiritual maravilhoso e muito poderoso. Isto reforçou conceitos que adquiri enquanto por muitas vezes, refletia sobre os acontecimentos na espiritualidade. É uma prova autêntica da força que o mundo extrafísico exerce sobre o material, palpável pelos sentidos primários.

Um senhor, avançado em idade, sofria de câncer na laringe. Um câncer em estado avançado. Não conseguia nem dormir à noite por causa da intensa dor que o afligia. Após 3 meses de sofrimento, ele veio a falecer, para a tristeza de sua família.

Passou-se dois anos de sua morte. Uma de suas filhas estava com problemas muito sérios na vida afetiva. Tomava remédios, descontrolava-se, pensava em se matar, em fazer loucuras. O pai, desencarnado, via o sofrimento da filha e procurou se aproximar para ajudá-la. Ela era professora, e começou a sentir problemas em sua garganta. É natural professores terem problemas na garganta, pois a utilizam muito. Desta forma, procurou um médico para fazer uma análise de sua saúde nesta área.

O médico fez os procedimentos habituais, examinou e disse que precisaria fazer uma radiografia. Fizera então o que foi pedido, e fora solicitada sua presença novamente ao consultório quando a radiografia estivesse pronta.

Em seu retorno, o médico lhe disse que estava com um "caroço" muito grande na laringe. A única saída era a operação. Após realizada a operação e retirado o caroço, fizeram outra radiografia, onde, novamente, o caroço estava lá, no mesmo lugar.

Curiosamente, era no mesmo local onde nascera o câncer no pai desta moça. Ela procurou a Sacerdotisa, em seu centro espírita, para ver o que estava acontecendo. Logo foi detectado o problema. Seu pai estava totalmente encostado nela, ficava com ela o tempo todo.

Ao passar por problemas, seu pai se aproximou procurando a ajudar, não importa de que forma fosse, porque ele estava desesperado vendo a filha à beira de um suicídio. Contudo, ainda que havia falecido já há um bom tempo, ainda não tinha se recuperado espiritualmente das sequelas intensamente vividas enquanto na carne. Isto ficou impregnado em seu perispirito e na sua consciência de tal forma, que levaria um bom tempo do outro lado para se livrar totalmente desses problemas. Quando da sua morte, sofrera intensamente com as dores na laringe. Não podia se alimentar, não podia dormir, não tinha paz alguma.

Como ainda não estava curado totalmente, ao se aproximar de sua filha, que também estava abalada e com sua defesa energética baixa, foi possível a materialização de suas sequelas nela. Ele, no fundo, em seu mais nobre anseio, estava procurando ajudar sua filha, a livrá-la de pensamentos destrutivos, a evitar seu suicídio, entretanto, sua presença estava colocando em risco a vida de sua filha, podendo fazer com que ela perdesse a fala em uma cirurgia mal sucedida, ou uma fatalidade em erro médico, não provocado por ele, mas sim pela própria fatalidade. Cirurgias são riscos. A suposta proteção havia tornado-se um perigo à sua filha.

Assim, fora feito um trabalho para que mentores conversassem com ele e conseguissem convencê-lo de que sua filha nada faria para se prejudicar, mas, para isso teriam que contar com a força interna da própria filha, pois, se a mesma não se melhorasse, se ela não iniciasse uma nova forma de ver a vida, seria difícil afastar seu pai de perto dela. Ainda que fosse à força, ele iria contrariado, e isto não é nada bom. O melhor seria que sua filha demonstrasse segurança, maturidade e ponderação. Ser uma pessoa que valorizasse a si mesma, e que não se destruísse.

No trabalho, fora pedido para que ela retornasse ao médico e pedisse uma nova radiografia. Assim foi feito. Com a nova radiografia em mãos, o médico ficou em dúvida. Pediu para que ela retornasse novamente com a radiografia feita anteriormente. Comparando a radiografia anterior e a nova, feita após realizado o trabalho. Ficou um tanto perturbado ao analisá-las e exclamou: "Mas é impossível! Esta radiografia aqui não é sua (referindo-se à anterior). Esta estrutura física não pertence a você." A moça, intrigada, perguntou: "Mas como assim doutor? Esta foi a que fiz antes." Respondeu ele: "Não! Não pode ser. É impossível ser a sua." Ela então retrucou: "E o senhor explica isso como?". O médico, respondeu: "Bom, se é sua, não tem explicação, simplesmente não sei como isso foi possível".

A título de esclarecimentos, esta moça tem em mãos as duas radiografias, com seu nome inscrito abaixo das mesmas. Este foi um fato que marcou a todos os médiuns.

Este evento prova como a interferência dos espíritos pode ser positiva ou negativa em nossas vidas. Reflita sobre suas condutas. Observe se o que faz na vida está deixando triste ou feliz pessoas que já partiram. Se considera que algo que está fazendo possa estar causando sofrimento a pessoas amadas que já partiram, procure melhorar sua conduta, isto lhe fará muito bem e principalmente, a quem te olha e atentamente te observa de um outro mundo.

Fiquem com Deus.

Carlos Eduardo.


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